As interrupções sempre minam a gestão de TI. Isso porque imprevistos são uma realidade bastante característica nos departamentos de TI, e, dentre as piores consequências disso, está a dificuldade das empresas em restabelecer o serviço, resultando em uma considerável perda de dinheiro.

De acordo com pesquisa feita pela Veeam, as empresas brasileiras sofrem uma média de 14 paradas por ano, acarretando em prejuízos de R$ 18 milhões anuais. Não há dúvidas de que essas cifras assombram toda e qualquer corporação, por maior que ela seja.

Os estudos ainda concluem que o intervalo de indisponibilidade no Brasil é de aproximadamente duas horas, sendo que, para cada falha crítica de sistema, são necessárias cerca de 3 horas para que ele volte ao ar.

Considerando tudo isso, é evidente que a preocupação em evitar interrupções só tem crescido nos últimos anos, quebrando a cabeça de muitos gestores e executivos. E se você, gestor de TI, está sofrendo com essa preocupação, apresentaremos a você 5 medidas para reduzir esse tipo de ocorrência. Confira!

Criar um plano de recuperação

Vamos começar com a principal medida a ser tomada: criar um plano de recuperação. Nenhum sistema está imune a interrupções, e, com isso, soluções para que o serviço volte a funcionar passam a ser prioridade.

O planejamento de recuperação deve ser construído à base de 3 pilares: backup, help desk e monitoração. Ignorar qualquer um desses fatores trará problemas futuros, seja pela perda definitiva de informações, por uma eventual demora na resolução de problemas ou pela dificuldade em identificar um erro.

Como muito se sabe, o backup contínuo garante a integridade dos dados em caso de falhas que acarretam em sua perda. É fundamental que haja um sistema eficiente de backup e que o mesmo seja testado anualmente.

A equipe de help desk exerce função similar a dos bombeiros: devem estar sempre a postos para apagar cada incêndio e salvar vidas — no caso, a vida da empresa. Portanto, é preciso utilizar ferramentas específicas para otimizar a emissão de alertas, gerenciamento de incidentes e o cumprimento de cada requisição.

Fazer o monitoramento de TI

Muitas empresas têm buscado uma melhor compreensão sobre como fazer o monitoramento de TI para superar vários desafios. Quando o assunto é interrupção ou indisponibilidade do sistema, o monitoramento deve estar presente nas medidas de prevenção na sua gestão de TI.

Na prática, a equipe responsável pelo monitoramento deve estabelecer métricas de desempenho e de recursos. As métricas de desempenho servem para analisar o nível de performance do sistema para realizar cada tarefa: quantas tarefas são realizadas com êxito, quantos erros foram enumerados etc.

As métricas de recurso visam diagnosticar problemas e investigar as causas, garantindo que gestores possam contar com relatórios precisos sobre a carga de trabalho suportada pela infraestrutura.

Esses tipos de informação podem auxiliar na identificação de interrupções e no planejamento de soluções e prevenção. Uma grande vantagem do monitoramento é que existem muitas ferramentas disponíveis; seja para monitorar os recursos de hardware e software ou monitorar servidores, sistemas de Cloud Computing, entre outros.

Implementar soluções em cloud computing

A adoção da tecnologia em nuvem (Cloud Computing) já deixou de ser considerada uma tendência, visto que, segundo dados levantados pela Kelton Research, 75% das grandes empresas no Brasil utilizam plataformas em nuvem, enquanto a média mundial é de 74%.

Essas plataformas colaboram com a redução de indisponibilidade e tempo de recuperação. Mas, de que forma? Pelo fato de que os sistemas em cloud computing são inteligentes e centralizados, o que permite um amplo mapeamento dos processos, detectando precisamente tanto o erro em si, como a sua origem. Inclusive, algumas plataformas emitem alertas em tempo real.

No entanto, apenas implementar esse tipo de tecnologia não é o suficiente para garantir essas melhorias. Quando uma gestão de TI adora o cloud computing, é importante ter ciência de que as equipes deverão ser treinadas para saberem lidar com a nova realidade. Caso não haja esse investimento, a produtividade pode ser comprometida.

Gerenciar e cuidar da manutenção das baterias

A falta de energia é um fator pouco abordado — talvez por se tratar de um elemento de baixa tecnologia — que, quando desconsiderado, pode acarretar prejuízos de aproximadamente 8 mil dólares por cada minuto de indisponibilidade, segundo o estudo 2013 Cost of Data Center Outages, realizado pela Ponemon.

Problemas de indisponibilidade decorrentes da falta de energia costumam ocorrer devido ao mau gerenciamento e manutenção das baterias.

Considerando a importância de se estabelecer medidas de prevenção, o ideal é que a gestão de TI se atente aos calendários do fabricante, faça o monitoramento das baterias e siga as normas do Instituto de Engenheiros Eletrônicos e Elétricos Americanos (IEEE).

Investir em consultoria de TI

Contar com serviços de consultoria de TI pode resultar em uma série de benefícios, sendo a maior parte deles relacionados com a otimização dos processos. Porém, a sua viabilidade começa pela redução de custos devido à flexibilidade das consultorias.

Para melhor explorarmos essa vantagem, vamos supor que uma empresa necessite contratar “X” profissionais somente para cuidar de setores específicos.

Uma contratação implica em diversas responsabilidades e custos: algo que, em longo prazo, pode não ser a alternativa mais vantajosa tanto na questão financeira quanto na de produtividade.

Ao contratar uma empresa de consultoria, essa mesma empresa poderá contar com especialistas de todos os setores de TI pagando somente pelo tempo necessário. Ou seja, a empresa investirá em uma solução ou projeto específico e não terá que gerir mais funcionários.

Com isso, o aumento na produtividade das equipes entra em cena como um grande atrativo da consultoria para uma gestão de TI. Afinal, os colaboradores adquirem um foco muito maior quando não precisam se preocupar com rotinas de segurança — backup, firewall, antivírus, atualizações, etc.

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