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Saiba o que não pode faltar na gestão de TI em 2017

Antes tarde do que nunca! Se a gestão de TI da sua empresa ainda enfrenta problemas como morosidade nas entregas, alto custo operacional, problemas de segurança e dificuldades nos processos de auditoria, uma nova chance de transformar essa realidade vem aí. 2017 está prestes a chegar e é hora de aproveitar as tendências e boas práticas de mercado para mudar essa situação!

Com a evolução dos estudos e práticas em torno da TI, mediante sua consolidação com chave para o sucesso de qualquer negócio, as empresas têm contabilizado melhorias em seus fluxos, mais produtividade, maior eficiência operacional, redução de riscos e muito mais agilidade e qualidade em seus processos.

Por tudo isso, é preciso reverter a visão de TI como um custo. O foco deve estar nos ganhos que uma governança adequada dos recursos e processos de tecnologia podem agregar ao negócio.

Ao longo deste post, vamos mostrar os benefícios da TI e ficará bastante claro que ela é elemento indispensável à concretização dos objetivos empresariais. Boa leitura!

1. TI Bimodal

Aliar a segurança de uma dinâmica já conhecida, testada e dominada com uma outra de inovação e de renovação de paradigmas é a essência da TI Bimodal e uma tendência que vem tomando conta dos processos de TI.

Essa realidade é decorrente de uma sequência de movimentos tecnológicos que vêm modificando a forma como as empresas se relacionam com seus clientes.

Tudo começou com a web 2.0, que trouxe um conceito colaborativo para as relações interpessoais e profissionais. Depois foi a força que a Cloud Computing ganhou e permitiu que infraestrutura e inteligências pudessem ser compartilhadas na nuvem. Então a Internet das Coisas invadiu a realidade das pessoas e das empresas, conectando tudo a todos.

Nessa linha evolutiva, ainda vieram o BYOD (bring your own device ou uso de equipamentos pessoais no e para o trabalho), a digitalização dos modelos de negócio, a potência do Big Data, a Inteligência Cognitiva, o First Mobile e tantas outras inovações.

Essa sequência de soluções tecnológicas produziu uma verdadeira revolução no mundo contemporâneo e construiu um novo padrão de consumidor: altamente conectado e com acesso a todo tipo de informação. Isso gera um senso crítico apurado que repercute em suas decisões de compra e nas relações estabelecidas com as empresas que suprem suas necessidades por meio de produtos ou serviços.

Mas o que todo esse cenário tem a ver com a TI Bimodal? Bem, toda empresa é impactada por fatores externos, como as tendências tecnológicas. Assim, atualmente o mercado é composto de pessoas e entidades moldadas por essa realidade altamente tecnológica.

Para atender às expectativas desse perfil de clientes — sejam pessoas físicas ou jurídicas —, é fundamental apresentar respostas alinhadas com o alto nível de exigência desse novo público. Nesse contexto, elementos como agilidade, assertividade, personalização e eficiência passaram a ser indispensáveis.

E esses ganhos são trazidos por esse avanço da TI, na qual padrões já consolidados e melhores práticas garantem o bom andamento das demandas, mas a inovação entra oferecendo uma forma ágil e diferenciada de cumprir as etapas necessárias para a entrega de soluções sob medida para o cliente.

Na prática, versionamentos de sistemas legados, manutenções periódicas e desenvolvimento de novas funcionalidades com baixa complexidade podem seguir o fluxo normal de produção de códigos, testes e homologação. Porém, se a demanda for construir um novo sistema para atender à mudança do modelo de negócio tradicional para um mais aderente ao ambiente digital, será necessário inovar.

É nessa conjugação (e não separação!) de duas abordagens que se concretiza o melhor da TI Bimodal: nada se perde da expertise instalada, mas é agregado o valor da solução criativa de problemas, dos métodos ágeis de desenvolvimento e das ferramentas de automatização de etapas e redução dos prazos de passagens de fase, como do desenvolvimento para os testes, dos testes para a homologação, da homologação para a produção.

Assim, o cliente percebe valor na entrega do início ao final dos projetos, já que periodicamente respostas faseadas são liberadas, no lugar do conhecido padrão de só repassar o produto completo ao cliente ao final do cronograma negociado.

Uma característica que esse novo modelo imprimiu na gestão de TI foi a possibilidade de a internalização do desenvolvimento de soluções, operações e infraestrutura coexistirem, pacificamente, com o outsourcing. Isso se deve ao poder de padronizar e dar previsibilidade aos procedimentos — o que facilita a migração de aplicações para ambiente de terceiros.

Outro conceito que a Bimodalidade trouxe foi o de Antifragilidade, que dá conta de uma circunstância de conforto em relação a riscos, a mudanças, à volatilidade, ao caos. A ideia é que empresas preparadas para lidar com o imponderável se beneficiam com as modificações no negócio e também com as ameaças do mercado.

Parece estranho, mas uma gestão de TI antifrágil lida bem com essa realidade que parece sombria e tira proveito do inesperado, expondo a rotina da área de tecnologia a eventos positivos. E uma estratégia para dar suporte a essa antifragilidade é exatamente a TI Bimodal, pela capacidade que ela oferece de adaptabilidade, aprendizado, velocidade e experimentação.

Nessa perspectiva, são incentivadas práticas como: desenvolvimento de protótipos e de provas de conceito, simplificação de levantamento de requisitos, redução de casos de uso, valorização do erro saudável, bem como ciclos bem curtos de desenvolvimento — tão defendidos na filosofia Agile.

Com todas essas premissas, a TI Bimodal foca na estabilidade, integração e eficiência da TI tradicional com a exploração e a agilidade da inovação. E desde que o termo foi criado pelo Gartner, em 2014, as empresas que abriram sua gestão da TI para apostar no modelo ganharam em visão estratégica e em vantagem competitiva.

Dessa forma, a TI Bimodal é um instrumento para aproximar o negócio da TI, de forma que a tecnologia materialize seu papel primordial de suportar a razão de ser de uma empresa e contribuir para que objetivos estratégicos sejam alcançados.

2. Cultura Devops

Ainda na mentalidade de aproximar abordagens e áreas, está o DevOps — uma ferramenta que une desenvolvimento (Dev) de software à operação (Ops) de TI, em um movimento colaborativo das equipes.

Como alicerces, essa cultura tem a automação, a avaliação e o compartilhamento. E como benefícios, a agilidade, aumento da produtividade e a redução de custos.

Com o DevOps, é possível viabilizar a necessidade de lançamento de aplicações em menor tempo que o tradicional, com a estabilidade desejada pela operação e gestão de infraestrutura para se evitar incidentes quando a solução for entregue ao cliente.

Nessa perspectiva, o DevOps fica responsável pela integração entre essas duas áreas, servindo como ponte entre um desenvolvimento ágil e um suporte eficiente.

Na prática, os resultados alcançados são códigos entregues mais rapidamente e com muito menos falhas. Do lado da operação, é possível manter sistemas disponíveis por mais tempo sem que problemas ou incidentes afetem seu acesso pelo cliente.

Então, tem-se um panorama de perfeita convivência entre criação de novas features, resolução de bugs e construção de novas funcionalidades com manutenção de servidores, sincronização, balanceamento de carga e deploy.

Além disso, as práticas DevOps automatizam as operações necessárias para que um código desenvolvido chegue em produção com rapidez e qualidade, exatamente como defende a cultura ágil.

Isso é conseguido por meio de controle, empacotamento de entregas, testes e scripts automatizados, além de gerenciamento de configuração. E, hoje, com a forte mobilidade, é possível virtualizar infraestrutura e gerenciar atualizações por meio de dispositivos móveis.

Com foco em comunicação, colaboração, integração, automação e mensuração do nível de cooperação entre equipes desenvolvedoras e outras que compõem a esteira da TI, o DevOps veio para aproximar esses dois mundos e agregar um valor expressivo na gestão de TI.

3. ITIL

Diante da realidade de plena dependência do negócio em relação à TI, a necessidade de qualidade nos serviços de TI é gritante. Assim, se um negócio quer atingir seus objetivos, precisará se valer dos recursos da TI.

É nesse contexto que ganham força modelos e boas práticas para direcionar a gestão da TI nas empresas.

O framework Information Technology Infrastructure Library (ITIL) é uma das principais referências mundiais para o gerenciamento de serviços de TI.

O modelo contempla as principais fases do ciclo de vida de um serviço de TI: estratégia, desenho, transição, operação e melhoria contínua.

Como benefícios, a adoção do ITIL oferece:

  • Orientação à qualidade do serviço e do negócio.
  • Aceitação em todo o mercado mundial.
  • Adaptação a todo tipo de organização, independente de sua área de atuação, porte, faturamento ou estilo de gestão.
  • Alinhamento de demandas de negócio, clientes e usuários.
  • Padronização     e integração entre processos.
  • Clareza de papeis e responsabilidades de todas as áreas envolvidas no ciclo     ITIL.
  • Adaptado para uso de métricas de mensuração de efetividade.
  • Aumento da disponibilidade do ambiente tecnológico.
  • Redução dos custos     de TI.
  • Diminuição de falhas operacionais.
  • Aumento da confiabilidade dos serviços de TI.
  • Redução do tempo para execução de mudanças no ambiente de TI.
  • Redução no tempo de atendimento ao cliente.

Para sua implantação, é importante ter clareza sobre as necessidades do negócio e as características da gestão da TI em uma empresa. É indicado que os passos abaixo sejam observados para preparar o terreno para adoção do framework.

Clareza dos objetivos

É preciso elucidar as motivações para instalação do modelo ITIL no gerenciamento de serviços de TI de uma empresa.

Isso porque o processo pode ser complexo, demandar tempo e dinheiro, então não faz sentido começar a “virar a chave” na gestão da TI sem saber ao certo o que se espera e o benefício que pode ser colhido.

Conhecimento da realidade da gestão da TI na empresa

É complicado dar uma guinada na gestão dos serviços de TI sem conhecer, a fundo, a situação atual. Então é fundamental ter um diagnóstico das forças e fraquezas, da maturidade das ferramentas já adotadas, dos problemas enfrentados no dia a dia, qual a distância existente entre TI e negócio, o que o negócio espera da TI, o nível de proatividade da TI, o grau de colaboração entre as equipes, o padrão de gestão de riscos.

Parece muita coisa, mas vale um esforço para avaliar todas essas e outras variáveis que compõem ou impactam a governança de TI na empresa. Dominar o terreno onde será aplicado um novo modelo de gestão é um primordial para o sucesso da empreitada.

Planejamento é sempre bem-vindo

Implementar um framework pode ser encarado como um projeto. Então cabe toda a metodologia de gerenciamento de projetos, envolvendo cronogramas, definição de papéis e responsabilidades, marcos a serem vencidos, metas a alcançar e escopo de atuação.

Isso garante a sintonia entre os profissionais e áreas envolvidas e favorece o alcance dos objetivos traçados.

Modelagem de processos

A partir dessa etapa, o ITIL começa a ganhar forma. O desenho dos processos previstos na biblioteca precisa respeitar as características da empresa, aproveitando cultura, fluxos de trabalho e controles já estabelecidos.

Certamente. adaptações serão necessárias, surgirão mais interveniências entre as áreas e toda a cadeia de valor ficará mais detalhada. Tudo isso traz mais sinergia e permite que a transição entre as disciplinas previstas no modelo seja bastante fluida.

Ferramentas viabilizarão o modelo

Depois de desenhada a esteira de processos, será necessário avaliar as ferramentas que suportarão a operacionalização do framework e treinar as pessoas para seu uso.

Além disso, deverá ser trabalhada a cultura organizacional para que a mudança seja bem aceita e bem aproveitada.

4. Governança em TI

Tudo o que foi falado até agora está no arcabouço da Governança de TI. Derivada da Governança Corporativa, a de TI é responsável por zelar por padrões, normas e técnicas, disseminar conceitos e promover políticas para otimização da tecnologia, de forma que ela se alinhe aos objetivos estratégicos, permitindo realizar as metas do negócio.

Prova disso é que um dos conceitos mais usuais para Governança de TI defende que ela é responsável por direcionar e monitorar as práticas de gestão e o uso da TI em uma empresa, tendo como orientador a estratégia corporativa.

Assim, ela precisa estar inserida em um ambiente de transparência, tomadas de decisão com segurança e priorização das demandas de TI que tornarão realidade os planos da empresa.

E para que tudo isso funcione bem, a Governança deve definir processos para garantir que as demandas de maior impacto nas metas institucionais estejam nas primeiras posições na fila da esteira de TI.

Sobre a relação da governança com o gerenciamento de serviços, o que se pode dizer é que são eixos complementares. Assim, a gestão dos serviços de TI é um facilitador para a gestão da TI como um todo.

Por isso gestores de TI decidem pelo uso de frameworks como o ITIL, o Control Objectives for Information and related Technology (Cobit), o Capability Maturity Model Integration (CMMI), o Scrum e ainda buscam certificações como o ISO 20000.

Assim, governança fornece uma estrutura para a melhor condução possível dos trabalhos nas áreas de desenho, desenvolvimento e operação de TI.

Além de tudo o que já foi dito, outras vantagens de se ter uma Governança de TI sólida são:

  • Compreensão da estratégia de negócios e alinhamento desta com a gestão da TI.
  • Desenho de soluções de TI conectadas ao propósito do negócio.
  • Construção de sistemas e funcionalidades que podem melhorar as capacidades do negócio.
  • Consolidação     de uma política de priorização de projetos de TI com base no valor que irá agregar ao negócio.
  • Alocação adequada de recursos humanos, financeiros e tecnológicos.
  • Fluidez na comunicação entre áreas, com processos de relacionamento com o gestor de produtos e serviços e aproximação da linguagem da TI     com a do negócio.
  • Melhoria dos índices do ROI (retorno sobre investimento) sobre aquisição de infraestrutura, aplicações, licenças, consultoria e manutenção de equipes de TI.
  • Otimização da gestão de riscos em projetos de TI com reflexos nas metas empresariais.
  • Medição do desempenho da TI e do retorno da atuação das equipes para o alcance dos objetivos organizacionais.
  • Redução do tempo de resposta aos clientes internos e externos.
  • Tomada de decisão mais segura, com base em informações e processos     confiáveis.

O fato é que organizações que já atingiram um bom nível de maturidade de sua gestão empresarial reconhecem diversos benefícios na implementação de um modelo formal de Governança de TI. O maior deles é a adição de valor ao negócio, já que a TI bem gerida passa a ser um pilar reforçado de sustentação das estratégia e objetivos institucionais.

5. Consultoria em TI

O mercado de consultoria empresarial é forte e traz para a prática as principais teorias da Administração e gestão de negócios. Há que se reconhecer que uma consultoria externa agrega bastante valor à Governança Corporativa como um todo.

Desde gestão estratégica, recursos humanos, gerenciamento financeiro, condução de projetos, governança de processos até a área de tecnologia, as consultorias oferecem a expertise e o domínio das melhores referências internacionalmente reconhecidas e da aplicação em diversas empresas. E isso só pode ser positivo.

Com o avanço do entendimento da importância da TI para a consecução dos objetivos organizacionais, a abertura para consultorias especializadas em tecnologia tem sido cada vez maior.

Quando mencionamos alguns frameworks de gestão de TI, por exemplo, podemos considerar que a implementação desses modelos com o suporte de uma consultoria será muito mais produtiva do que uma solução caseira. Afinal, trata-se da estruturação de um modelo organizacional de Governança de TI e não de uma pequena modificação nos fluxos de trabalho.

Isso porque as consultorias não oferecem apenas a resposta pronta ou a ferramenta. Elas fazem todo um levantamento sobre a realidade da empresa — o chamado diagnóstico empresarial —, entendem a fundo as necessidades de cada negócio e só então propõem uma solução integrada na medida exata para otimizar a gestão da TI do cliente.

Em relação às ferramentas disponibilizadas, as consultorias cuidam de customizar as funcionalidades e configurações de acordo com a realidade de cada empresa que confia a transformação da sua área de TI a esse parceiro de mercado.

Assim, além de desenhar e dar suporte à instalação de sistemas, são oferecidos resultados mais complexos, como integração com o legado e redirecionamento estratégico da atuação da área de tecnologia.

Além disso, essas empresas de mercado fornecem um planejamento estratégico de tecnologia da informação para que a implementação de hoje seja continuada nos próximos ciclos da gestão, de forma que seja sempre possível uma melhoria contínua a partir das lições aprendidas no dia a dia.

Por tudo isso, as consultorias são capazes de revolucionar a gestão da TI de uma empresa, tornando-a absolutamente estratégica e dando a ela um caráter relevante de vantagem competitiva perante a concorrência.

Hoje as empresas vivem uma realidade de muito controle, regulamentações externas, preocupação com segurança da informação e rigidez de normas que visam amenizar impactos de eventuais incidentes ou desastres.

Aliado a isso, vem a cobrança do mercado por uma estrutura robusta, mas ao mesmo tempo ágil e eficiente operacionalmente.

Para fechar o cenário, estão os clientes. Estes estão cada vez mais exigentes, conscientes de seus direitos, conhecedores de alternativas no mercado, capazes de comparar produtos e propostas de prestação de serviço entre concorrentes.

Diante de todo esse panorama, é preciso encontrar uma brecha de oportunidade para se destacar. E o caminho precisa ser o da oferta de soluções de qualidade e adequadas à necessidade do cliente.

Para alcançar esse mundo perfeito, não há como fugir do caminho da governança. E como já foi dito neste post, se a TI é indutora de sucesso de um negócio, ela precisa ser profissional e madura. E isso virá com a implementação de uma Governança de TI sólida, que proponha métodos diferenciados de trabalho, aliando tradição com inovação, reduzindo a distância entre as áreas de tecnologia na empresa e organizando os processos de ponta a ponta.

Só com organização e adoção das melhores práticas de mercado, os melhores resultados poderão ser materializados e a TI poderá provar seu valor.

A virada do calendário é uma boa hora para uma decisão sobre mudança nos rumos de um negócio. Depois de um ano de crise e perspectiva de retomada lenta da economia, a entrada de 2017 sugere uma revisão das estratégias. E a TI não pode ficar de fora!

Avaliar as tendências e os casos de sucesso no mercado é um rico exercício de identificação do ponto em que a empresa está e onde ela pode chegar. Amadurecer a TI das organizações é preciso e a melhor hora para esse tipo de evolução sempre é agora.

Então, empresas que prezam pela agilidade, flexibilidade, qualidade, produtividade e eficiência operacional precisam investir em gestão de TI (agora!) e lançar mão dos recursos necessários para consolidar um modelo corporativo: ferramentas, processos, pessoas e parceiros de mercado com know how para transformar a realidade da área de tecnologia com vistas à competitividade do negócio.

E sua empresa, está alinhada com as melhores práticas de mercado e adota boas referências de gestão de TI? Já está atenta aos benefícios de uma TI mais leve e ciente da importância da combinação entre o conhecido e a experimentação? Use o campo de comentários para incrementar essa discussão!

2016-11-08T08:00:02-02:00Categories: Artigos, DevOps, ITIL|Tags: , , , |0 Comentários

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