Tudo que você precisa saber sobre desenvolvimento de software

De acordo com estudos da Forrester, 25% dos investimentos em TI em 2013 foram destinados a softwares — incluindo o desenvolvimento de software. Estima-se que esse investimento tenha sido de, aproximadamente, US$ 542 bilhões (quinhentos e quarenta bilhões de dólares americanos).

Esse montante de investimentos reforça o quanto o mercado está atento e cada vez mais direcionado aos avanços da tecnologia. Com os softwares representando ¼ dos investimentos, naturalmente a demanda por profissionais bem qualificados para a área de desenvolvimento também é muito grande.

Prova disso é que existem cerca de 9 milhões de desenvolvedores Java no planeta, desenvolvendo softwares em diversas plataformas para mais de 3 bilhões de dispositivos capazes de usufruir dos recursos da linguagem — segundo estudos da Oracle junto à Plumbr.

E junto à demanda das empresas por soluções e também por profissionais, existem os problemas e desafios acerca do setor. Esses desafios podem ser representados pelas estatísticas abaixo:

  • 78% dos profissionais de TI alertam que os negócios raramente estão em sincronia com os requisitos do projeto (Geneca);
  • 17% dos projetos de TI estão indo mal a ponto de colocarem em risco a existência das próprias empresas (McKinsey);
  • 37% dos projetos de TI ficam em estado de risco a cada ano (PM Solutions).

Neste post, nos aprofundaremos mais em todos os aspectos do desenvolvimento de software que você precisa tomar conhecimento. Além disso, daremos algumas dicas para aplicar práticas de otimização dentro de sua empresa! Fique de olho!

Entenda como aprimorar as habilidades em desenvolvimento de software

Atualmente, a área de desenvolvimento de software — com profissionais formados nos mais diversos cursos de Tecnologia, como Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Ciências da Computação —, está sendo marcada por um grande número de pessoas que compreendem múltiplas linguagens e seus respectivos conceitos/fundamentos, mas que ainda não sabem utilizar dessas qualidades para solucionar problemas em curto espaço de tempo.

Esse é somente um exemplo das dificuldades que podemos encontrar em boa parte dos desenvolvedores de software. Há, também, os recorrentes problemas com prazos de entrega de software e com o nível de complexidade e eficiência — devido às exigências cada vez maiores dos clientes.

Por essas e outras que tomar medidas para o aprimoramento das habilidades (skills) dos programadores é imprescindível para otimizar o desenvolvimento de software.

Afinal, a evolução técnica faz parte da carreira de todo profissional de TI; do contrário, todos aqueles que permanecem na zona de conforto terão muitas dificuldades para entregar resultados às corporações.

E o que pode aprimorar um desenvolvedor? Veja a seguir algumas práticas que fazem toda a diferença para o crescimento desse profissional.

1. Ler mais (e melhor)

Por mais que as universidades batam — e muito — na tecla de que a leitura é mais que necessária para uma boa formação, a verdade é que a maioria dos estudantes de TI deixam a desejar nesse aspecto — muitas vezes por culpa das próprias instituições, que não oferecem uma biblioteca apropriada e atualizada para essa área.

Limitação de recursos didáticos à parte, o que queremos dizer aqui é que, por “N” razões, a leitura não representa a devida parcela na formação de programadores.

Com isso, uma ótima iniciativa é apresentar à equipe os melhores autores e livros da atualidade; de forma a qualificá-los tanto em quesitos técnicos — com livros pertinentes às suas atividades na empresa —  quanto para o crescimento pessoal e profissional.

No mais, inserir profissionais à literatura significa mostrar a eles que os livros existem para descomplicar suas vidas. Ou seja, a solução para muitas de suas dificuldades com programação estão nos livros.

2. Contribuições para softwares e sistemas Open Source

Uma excelente atividade que promove o crescimento de todo e qualquer desenvolvedor de sistemas, é, sem dúvidas, colaborar para o desenvolvimento de sistemas Open Source (código aberto).

Alguns projetos do Google, Apache e Unix, por exemplo, estabelecem alguns meios de interação entre especialistas ao redor do mundo. Ou seja, os programadores podem contribuir na prática com algum projeto ou simplesmente acompanhar as atualizações e discussões nos fóruns.

Em outras palavras, devido às várias possibilidades — discussões, interatividade e colaborações —, essa prática tem como resultado uma excelente fonte de soluções.

3. Práticas constantes de fundamentos da programação

Embora a teoria seja importante para tudo, é inegável que um programador só consegue evoluir para atuar na área, com excelência, conforme a prática constante de todos os fundamentos — até mesmo os considerados “básicos”.

Mas, quais tipos de atividades contribuem diretamente para o aprimoramento? Simplesmente tudo que estiver relacionado ao campo de atuação!

Por exemplo: quanto mais treinamos algoritmos e estrutura de dados, através da resolução de problemas bem adaptados à realidade, mais bem preparados ficamos para encarar os problemas reais no dia a dia dentro da empresa.

4. Ler blogs e acompanhar referências da área

Os efeitos que um programador obtém ao ler/acompanhar/seguir um blog de qualidade, preferencialmente de um(a) autor(a) referência na área de TI, são basicamente os mesmos que a leitura de livros, só que em outras proporções — já que livros são frutos de um trabalho muito mais árduo e embasado (em conhecimento e pesquisas) do que um blog post.

Acompanhar um blog é uma atitude muito positiva pelo fato de que é possível interagir dentro de um post. Se as publicações são, de fato, feitas por um(a) grande especialista na área, pode-se tirar dúvidas e iniciar um debate saudável sobre o assunto sem quaisquer barreiras.

Isso, com certeza, colabora para que um programador evolua ao longo do tempo. Porém, como procuramos enfatizar tanto para blog quanto para livros, é essencial que o conteúdo seja autêntico e escrito por bons autores — do contrário ocorrerá um verdadeiro retrocesso.

5. Procurar compreender os códigos

De certa forma, essa prática também não passa de uma leitura — o que só ressalta a importância de ler. Entretanto, agora estamos falando de uma leitura muito mais “pesada”, que envolve as linguagens de programação.

Um exemplo de como fazer isso é lendo o código de um projeto Open Source — de qualidade, é claro. Ao se deparar com a sua estrutura, embora pareça uma tarefa muito complexa, é possível entender a maneira com o desenvolvedor trabalhou, o que está sendo feito e por qual razão, e, conforme descobrir seus métodos, parâmetros e raciocínio, receberá um grande aprendizado de um desenvolvedor mais consolidado no mercado.

Saiba como reduzir os custos em desenvolvimento de software

Caso a questão fosse única e exclusivamente a redução de custos, certamente muitas empresas não enxergariam dificuldades em fazer isso. Acontece que há um grande desafio por traz dessa redução, que é fazer com que ela não interfira no desenvolvimento do produto e na sua qualidade final.

Você sabia que um bom planejamento de contrato, por exemplo, pode gerar uma redução de custos inicial de 25% a 45%? Segundo o diretor da consultoria Pace Harmon, Steven Kirz (em uma entrevista ao portal CIO.com), além dessa redução inicial, há uma estimativa de que a diminuição alcance a margem de 50% a 75% após cinco anos.

Ainda de acordo com Kirz, os custos ainda podem ser mais reduzidos se as corporações deixassem de lado o método mais comum de contratação, que é a por tempo de projeto, e trabalhassem com um valor pré-fixado de desenvolvimento.

Entretanto, o especialista ainda ressalta outros fatores muito importantes para a redução de custos com TI no geral, mas que aplicam-se perfeitamente aos desenvolvedores de software. Acompanhe logo abaixo quais são esses fatores.

Guia Rapido DevOps

1. Padronização de nomenclatura dos cargos

No mercado de TI, tanto os empreendedores como os próprios profissionais da área percebem que há nomenclaturas diferentes para um mesmo tipo de cargo. Além de gerar certa confusão, a maior consequência da falta de padronização nos nomes é a própria falta de um teto salarial.

A solução para eliminar os custos adicionais por conta de algo simples como uma nomenclatura, é fazer com que a empresa de Outsourcing contratada esteja de pleno acordo com a nomenclatura proposta, e, sobretudo, com as responsabilidades, requisitos e certificações correspondentes ao cargo.

2. Expertise no mercado de TI

São vários os detalhes envolvidos na contratação de profissionais no desenvolvimento de software. Afinal, cada posição exige diferentes níveis de conhecimento em diferentes tipos de ferramentas, linguagens, plataformas e infraestruturas.

Como os profissionais de nível mais elevado de conhecimento tendem a exigir remunerações diferenciadas, é fundamental que, ao fazer uma proposta, a empresa tenha ciência de que os valores cobrem os requisitos “adicionais” que possam ser necessários na função.

3. Atribuição de diferentes níveis para os cargos

Uma das maiores finalidades em contratar profissionais experientes é a segurança oferecida pelos mesmos. A garantia de que o colaborador sofrerá com obstáculos que ofereceriam riscos a profissionais com menos bagagem no mercado.

O revés disso tudo é que, muitas vezes, os profissionais experientes — e mais caros — assumem funções que poderiam ser facilmente exercidas por outros profissionais, com menores níveis de experiência. Ou seja, acaba-se contanto com uma experiência “desnecessária”.

Portanto, a sugestão para todas as empresas é a atribuição de diferentes níveis de conhecimento/experiência para todos os cargos. Assim, além de delegar tarefas correspondentes a cada nível, haverá uma considerável redução de custos por conta dos salários menores.

4. Sistemas de monitoramento

Agora falando sobre o que não foi mencionado na entrevista de Steven Kirz, temos como sugestão o investimento em eficientes sistemas de monitoramento. Trabalhar com monitoramento é uma tarefa que impõe desafios, mas que agrega muitos valores ao desempenho do departamento de TI.

No setor de desenvolvimento, por exemplo, uma possível indisponibilidade de sistema pode fazer com que a empresa perca muito dinheiro — fora os esclarecimentos que deverá prestar aos clientes, que, por sua vez, são muito rigorosos com o cumprimento dos prazos.

Com um bom monitoramento da infraestrutura e processos de TI, é possível detectar a raiz dos problemas com indisponibilidade e todos os outros problemas que possam comprometer o desempenho da equipe de desenvolvimento de software.

Desvendando os segredos para otimizar a qualidade do software

A qualidade do produto de software antes era vista como um meio de diferenciar as empresas do mercado. Se, por exemplo, uma sorveteria produzisse sorvetes mais gostosos, esta seria uma referência para o público — mas não necessariamente dominaria o mercado, já que haveriam sorvetes mais baratos que seriam a referência do público pertencente às classes menos afortunadas.

Tudo o que você precisa saber sobre automatização de deploy

Hoje em dia uma empresa, seja qual for o segmento, não sobrevive sem cumprir com certo nível de qualidade do produto. É a qualidade que define a existência de novas empresas se consolidando, e, também, a permanência das veteranas no mercado. Os clientes não querem pagar por uma solução que não resolva, efetivamente, todos os seus problemas.

Mas, existe algum segredo para que a qualidade do software seja otimizada? Felizmente, existem alguns “segredos” que devem chegar ao seu conhecimento — acompanhe a seguir.

1. Realize testes baseados em riscos

Com o crescimento da complexidade das tecnologias para realizar o desenvolvimento de softwares, a aplicação de técnicas, processos e ferramentas para a realização de testes de software se tornou necessária para garantir a qualidade do software.

A razão pela qual os testes devem ser realizados é explicada em um artigo da revista Engenharia de Software (edição 10), do qual explica que “a abordagem RBT permite justamente fazer melhor uso dos recursos disponíveis, priorizando os requisitos do software que necessitam ser testados prioritariamente”.

Dessa forma, seguindo o raciocínio acima, o número de testes a serem feitos serão proporcionais ao grau de risco em questão. Quanto mais riscos, maior o número de testes a serem realizados. Enquanto os menores riscos acabam por demandar menos testes — evitando o desperdício de tempo.

2. Agir de maneira preventiva

Os erros são recorrentes e inevitáveis em qualquer ambiente de desenvolvimento de software. Sendo os erros inevitáveis, o que fazer para evitar que eles comprometam o andamento do projeto?

Esse segredo está em agir preventivamente. A atitude preventiva consiste em corrigir os problemas em um estágio do qual o mesmo seja simples de se resolver.

Isto é, ao invés de corrigir erros durante a produção, onde a burocracia entraria em ação e assim geraria atrasos na entrega, procura-se detectar e corrigir os erros em um estágio que não seja oneroso para a empresa.

3. Conte com um ótimo Engenheiro de Software

A disciplina de Qualidade de Software, como bem sabemos, passa diretamente pela engenharia de software. Portanto, a qualidade do produto — assim como a qualidade e gerenciamento dos processos — depende de um bom planejamento, tarefa que deve ser delegada a um Engenheiro de Software eficaz.

Mas, quais as características formam um grande Engenheiro de Software?

  • Visão;
  • Bom trabalho em equipe;
  • Disciplina;
  • Experiência;
  • Atenção aos detalhes.

Além disso, é fundamental que o Engenheiro de Software tenha um bom conhecimento técnico — suficiente para fazer boa parte das avaliações com autonomia. De certa forma, isso passa pela paixão por códigos, do contrário será muito pouco provável que o profissional consiga cumprir com seu papel com excelência.

Prototipagem na Nuvem para o Desenvolvimento de Softwares: tire aqui as suas dúvidas

De acordo com o dicionário, prototipagem significa o desenvolvimento de um protótipo, ou seja, um modelo que dará origem a várias outras réplicas.

Mas não só isso: esse protótipo funcionaria como uma fonte de experimentos (para tentativas e erros), objetivando o aperfeiçoamento de uma determinada ferramenta; para que haja um processo evolutivo das suas estruturas e mecanismos essenciais.

Quando se trata do desenvolvimento de softwares, essa prototipagem (tradicional) tem como objetivo especificar a sua utilidade, capacidades, funções, estabelecer sua conformidade com os interesses do contratante, realizar melhorias em suas estruturas

Esse protótipo possui, geralmente, diferentes níveis de fidelidade com relação ao que será entregue ao cliente; sendo que, quanto mais assemelhar-se ao que será entregue, mais complexo e demorado será o seu desenvolvimento.

Já que exigirá a utilização de diversas ferramentas, o envolvimento de um maior número de profissionais, a aplicação de alta tecnologia, além da necessidade de testes bem mais abrangentes e sofisticados.

Além disso, o que esses especialistas em desenvolvimento de softwares também recomendam, é que essa prototipagem ocorra com total integração da equipe, sempre com a participação da empresa contratante, de acordo com um planejamento bem estruturado e através do uso das principais tendências para o desenvolvimento de softwares, existentes.

Pois, é dessa participação que depende: a qualidade do software ou aplicativo, a certeza de que estará de acordo com o que foi pedido pelo cliente e o seu potencial para comercialização.

A prototipagem na nuvem

Já quando nos referimos ao desenvolvimento do protótipo de um software ou de um aplicativo na nuvem, estamos falando de uma prototipagem que não se dará mais em um ambiente físico. O software não será testado em um desktop, por exemplo, e, sim, na própria web; estabelecendo, com isso, algumas vantagens:

  • Parceria com outros desenvolvedores: isso por questões óbvias, já que o desenvolvimento de um software por esse sistema (que oferece bem mais liberdade), permite a utilização do método Devops, por exemplo; cuja principal característica é permitir uma maior interação entre os desenvolvedores e os técnicos em infraestrutura de TI;
  • Agiliza a entrega: o que favorece a relação cliente e desenvolvedor, pois o ambiente na nuvem permite melhor comunicação entre a equipe; facilitando a realização dos testes de eficiência e funcionalidade, além de reduzir os casos de erros de programação;
  • Redução de custos: pois, os custos envolvidos no desenvolvimento do protótipo de um software em um ambiente físico são bem maiores do que na nuvem, já que, naquele, terá despesas com a permissão para utilização do ambiente; enquanto, neste, apenas precisará contratar uma assinatura pelo prazo necessário para o desenvolvimento da ferramenta;
  • Acessibilidade: isso tem a ver com a facilidade de acompanhar o desenvolvimento do software, já que os desenvolvedores poderão conectar-se de qualquer lugar e em qualquer dispositivo e, não necessariamente, a partir dos seus computadores.

É necessário, também, se atentar para detalhes como, por exemplo, saber que a prototipagem virtual pode resultar em pequenas diferenças entre o software obtido localmente e o que será entregue, já que o ambiente na nuvem não possui as mesmas características do meio físico.

Realizar testes mais aprofundados, conscientizar o cliente sobre o fato de que aquele protótipo deverá passar por uma série de atualizações posteriores.

É igualmente importante não esquecer dos cuidados com a segurança, já que o desenvolvimento de softwares na nuvem (nesse caso, um protótipo) é realizado em servidores contratados; e que, portanto, deverão possuir sistemas de segurança eficientes contra possíveis invasões ou tentativas de roubo de dados.

4 tendências para o desenvolvimento de softwares nos dias atuais.

Definitivamente a Tecnologia da Informação é o setor que mais promete transformações significativas, e em um curtíssimo espaço de tempo. Pois, segundo afirmou Marc Andreessen, um dos fundadores da Netscape, a “tendência é que os softwares engulam o mundo”.

Porém, para que essa “profecia” se concretize, é necessário que surjam novas tendências para o desenvolvimento desses softwares. Essas tendências devem dar vazão à criatividade, diminuírem os riscos, aumentarem a satisfação dos clientes e ajudarem a economizar tempo.

Seja na forma de armazenamento de dados (onde o sistema na nuvem não possui rival), na aquisição, correlação, cruzamento e manipulação de informações (por intermédio do Big Data), com relação aos mecanismos de segurança, o setor de TI a cada dia traz novidades que impactam, diretamente, a forma como se processam as informações em todos os segmentos da sociedade.

Logo, não poderia ocorrer de forma diferente com relação ao desenvolvimento de softwares, que vem apontando, entre outras tendências:

  • TI Bimodal: Uma nova visão de TI que, entre outras coisas, propõe uma separação entre custos e objetivos financeiros/operacionais de uma empresa e as necessidades de implementação de novas tecnologias, inclusive, para o desenvolvimento de softwares.

Guia das Ferramentas DevOps

Pois, de acordo com a Gartner, 75% das organizações serão obrigadas a implementar uma visão bimodal em seu setor de Tecnologia da Informação, até 2017 — devido ao simples fato de que precisarão descentralizar para ganhar em agilidade, praticidade e resultados objetivos.

  • Sistema na nuvem: segundo a International Data Corporation (IDC), só no Brasil, o montante movimentado com o sistema na nuvem, gira em torno de US$ 118 milhões de dólares.

Esse investimento que abrange não apenas o armazenamento de dados, como também o desenvolvimento de softwares. Através de um incentivo, cada vez maior, para que os seus protótipos sejam testados e desenvolvidos nesse ambiente virtual;

  • Colaboração Built-in: é uma espécie de colaboração entre equipes por intermédio de uma sala de bate-papo. Essa espécie de “bate-papo” é feita na nuvem com o objetivo de unir desenvolvedores de softwares de várias partes do mundo em um só projeto;
  • Redução da equipe: essa é outra tendência para o segmento de desenvolvimento de softwares e demais aplicativos: a redução do número de envolvidos num projeto.

Muitas empresas estão apostando na formação de equipes que não ultrapassem 10 ou 12 membros — todos interconectados na nuvem — e pelo sistema built-in, cujo objetivo principal é diminuir os ruídos de comunicação, tornar mais ágeis as decisões e determinar resultados mais próximos dos preestabelecidos.

Ao longo do artigo, você conheceu, de forma abrangente, a diversos aspectos do desenvolvimento de software que foram do aprimoramento das habilidades dos profissionais às tendências do segmento, passando, também, pela importância da prototipagem na nuvem, da redução de custos — e meios para isso — e do papel da Engenharia de Software para otimizar a qualidade do software.

E você deseja contar com uma verdadeira transformação no setor de TI da sua empresa? Entre em contato conosco e conheça nossas soluções!

2018-04-12T18:28:27+00:000 Comments

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