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DevOps na prática: dia a dia do desenvolvedor

DevOps na prática: dia a dia do desenvolvedor

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Veja neste Post

Nos últimos anos, os processos de desenvolvimento foram marcados pela ampliação da adoção de métodos ágeis e a criação de fluxos de trabalho voltados para a entrega rápida de softwares. Empresas investiram em novos padrões de funcionamento, ferramentas integradas a nuvem e padrões que ampliam a produtividade de desenvolvedores.

Diante da necessidade de companhias possuírem ambientes de trabalho mais integrados, o DevOps ganhou espaço entre as equipes de TI de vários projetos. Essa política operacional integra profissionais de desenvolvimento, testes e produção na busca por um fluxo de trabalho com alto nível de complexidade e deploys contínuos. Além disso, os produtos desenvolvidos tornam-se mais eficientes, com mais estabilidade e segurança, ampliando a qualidade das ferramentas criadas pela empresa.

Hoje, o DevOps tornou-se indispensável para qualquer empresa que pretenda implementar metodologias ágeis nos seus projetos. Companhias de desenvolvimento precisam responder rapidamente às demandas do mercado, modificando as suas soluções com agilidade. Nesse sentido, a velocidade com que as novas versões de um programa são distribuídas influenciam o seu sucesso no mercado e impactam no nível de satisfação dos usuários.

Para que a adoção do DevOps seja feita plenamente, empresas devem investir nas ferramentas corretas e em treinamentos de capacitação. Além disso, as rotinas devem ser integradas plenamente, eliminando tarefas repetidas e tornando o fluxo de trabalho mais dinâmico.

Quer saber como isso é possível? Então veja o nosso texto de hoje!

DevOps e a integração contínua nas nuvens

O DevOps faz uso contínuo de soluções na nuvem para que profissionais possam trabalhar em ambientes integrados. Isso se faz necessário especialmente em ambientes corporativos onde desenvolvedores atuam remotamente ou com cargas de trabalho flexíveis. Além disso, ao se integrar a ambientes de cloud computing, o DevOps pode beneficiar-se de vários benefícios dessa tecnologia, tais como:

  • Maior escalabilidade;
  • Ampliação de mobilidade de profissionais;
  • Flexibilização de processos operacionais;
  • Redução de custos com infraestrutura;
  • Maior capacidade de atendimento às demandas do mercado;
  • Melhoria de indicadores de eficiência, produtividade, erros operacionais e segurança.

O uso de repositórios distribuídos e com controle na nuvem, por exemplo, pode ser feito com mais segurança e controle. Gestores de TI poderão modificar os processos de submissão de códigos e controlar as modificações de forma mais centralizada. Nesse sentido, os repositórios utilizados pela empresa merecem uma atenção especial, uma vez que o seu desempenho irá impactar diretamente na capacidade de empresas distribuírem suas soluções.

Os repositórios utilizados devem ser escaláveis, com alta estabilidade e disponibilidade de acesso. Eles serão cruciais em várias partes do desenvolvimento, uma vez que neles são armazenados

  • O código de um aplicativo;
  • Scripts de testes;
  • Ferramentas que permitem o deploy, migração de bancos de dados, compilação e distribuição de versões;
  • Arquivos operacionais do projeto de desenvolvimento (tais como a documentação de suporte, histórico de versões e procedimentos para deploy);
  • Arquivos de configurações de rede.

O controle de versões garante que o sistema que é entregue aos usuários é estável e com bom desempenho. Ao ser bem implementado, a evolução do software será consistente e automatizada. Os ciclos de testes, processos de build, versionamento e gestão terão mais flexibilidade, sem que isso implique em produtos com maiores índices de erros.

O impacto promovido por modificações será mensurado com mais precisão. Sempre que modificações ou adaptações no código forem realizadas, gestores serão capazes de avaliar se ocorreram melhorias no número de bugs ou na performance geral do software. Dessa forma, possíveis conflitos poderão ser eliminados rapidamente, diminuindo o impacto que mudanças negativas possam ter para a empresa.

A computação na nuvem tornou-se indispensável para os processos modernos de desenvolvimento. Gestores de TI integram máquinas virtuais em ambientes de cloud para a criação de fluxos de testes mais eficazes e que possam garantir o bom funcionamento de uma ferramenta em vários tipos de máquinas.

O mesmo vale para a distribuição de ferramentas para os usuários. Os modelos de venda de Software Como Serviço (SaaS, ou Software as a Service, em inglês) estão ganhando um espaço cada vez maior entre usuários domésticos e empresas que precisam reduzir os custos com licenciamento de software.

Ao vender as suas soluções por meio da nuvem, uma empresa consegue distribuir licenças para um número maior de pessoas e ampliar as suas receitas mais facilmente. A segurança das ferramentas será maior, uma vez que a distribuição de updates será feita com mais agilidade.

Além da segurança dos produtos desenvolvidos, a proteção do ambiente de trabalho será ampliada. Ambientes na nuvem permitem o acesso a dados sem que eventuais vulnerabilidades do sistema do usuário impactem na confiabilidade da ferramenta utilizada. Consequentemente, os registros armazenados em plataformas de cloud ficam isolados contra malwares e outros tipos de ameças.

Saiba como otimizar a prática de DevOps

A otimização do DevOps deve ser feita continuamente. Esse processo inclui a eliminação de falhas operacionais, a criação de uma rotina de migração de baixo impacto e o uso das ferramentas certas. Muitas vezes, projetos de TI são cancelados em função da não aderência a métricas ou problemas com a qualidade de produtos.

Quando as atividades de equipes não executadas dentro de um padrão de alta produtividade, etapas são eliminadas e o número de vulnerabilidades aumenta. Consequentemente, o nível de retrabalho após a distribuição de um software será maior, causando prejuízos diversos para a empresa.

Diante disso, gestores de TI devem otimizar o ambiente de trabalho e garantir que a equipe de desenvolvimento possa trabalhar com alta qualidade. Esse processo irá impactar diretamente na produtividade de profissionais, com processos de deploy tornando-se mais ágeis e com índices de erro menores.

Um dos passos para que o ambiente de desenvolvimento seja otimizado é integrando processos de desenvolvimento e testes. As ferramentas utilizadas para essas atividades devem ser alinhadas para que, no momento do deploy, o programa já tenha sido testado continuamente.

A base dos processos de desenvolvimento ágeis é a distribuição de modificações a partir do momento em que elas estejam prontas para uso, eliminando parte dos processos de homologação e checagem de erros. Entretanto, isso não deve implicar na liberação de códigos que não sejam estáveis e com alto desempenho. A união das ferramentas de teste com as de produção deve ser vista como uma forma de diminuir etapas e tornar a verificação do código mais rápida.

O uso de virtualização para os testes também deve ser levado em consideração por gestores de TI. Junto com scripts de automatização, as VMs podem ser implementadas para que desenvolvedores consigam auditar o desempenho do software em vários ambientes simultaneamente.

Isso terá dois impactos durante o processo de desenvolvimento e uso do aplicativo. Internamente, cada etapa de criação de um novo software poderá utilizar os mesmos ambientes virtuais para testes e otimização de recursos. Já os usuários terão acesso a produtos que se adaptam melhor ao seu equipamento, com um desempenho e qualidade maior.

As ferramentas que serão empregadas devem ser definidas de acordo com as necessidades do negócio. As soluções de comunicação devem ser definidas de acordo com o nível de compartilhamento de dados do ambiente interno e não podem interferir no fluxo de trabalho dos profissionais. Da mesma forma, os programas utilizados em cada etapa do projeto precisam agregar valor ao produto final, tornando rotinas mais eficazes.

Métricas e demais indicadores de desempenho podem ser definidos para a melhoria contínua de rotinas internas. Elas devem ser definidas de acordo com a capacidade de cada equipe e serem utilizadas para a otimização de rotinas, distribuição de feedbacks e criação de políticas operacionais mais dinâmicas.

Outro processo que pode ser adotado é a integração da Biblioteca ITIL às rotinas de desenvolvimento. Sigla para Information Technology Infrastructure Library (Biblioteca de Infraestrutura de Tecnologia da Informação, em tradução livre), esse conjunto de normas e práticas permite que empresas possam ter um planejamento de projetos mais eficiente e voltado para o usuário.

A ITIL é constituída de um conjunto de livros voltados para várias áreas dos processos operacionais de TI. Dessa forma, gestores podem alinhar recursos internos com os objetivos do negócio e planejar rotinas com mais eficácia.

Diante da sua flexibilidade, profissionais podem integrar apenas parte das boas práticas divulgadas pela ITIL. Isso irá alinhar as rotinas internas de uma empresa com padrões reconhecidos internacionalmente, ampliando a satisfação de consumidores e aumentando a confiabilidade dos serviços da empresa. Consequentemente, os produtos criados terão um grau maior de competitividade, permitindo que mercado mais amplos sejam atingidos.

Por fim, podemos destacar a necessidade de gestores de Ti criarem um ambiente de desenvolvimento com alto nível de troca de informações e compartilhamento de dados. Utilizando treinamentos, reuniões e feedbacks, será possível compartilhar boas práticas de desenvolvimento e aumentar a adesão de profissionais aos padrões de funcionamento do negócio.

Seguindo esses padrões, gestores podem implementar um processo de deploy mais eficiente e com menores índices de erros. Todos os ambientes e times de desenvolvedores irão atuar de forma sincronizada, com ciclos de desenvolvimento mais rápidos e escaláveis. Consequentemente, a capacidade de deploy será ampliada, facilitando a distribuição de novos produtos.

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Início do ciclo de desenvolvimento

Os ciclos de desenvolvimento de software devem ser projetados desde o início de tal forma que erros, falhas operacionais e quebra de cronogramas não ocorram. Para que isso ocorra, cada etapa de um projeto deve ser planejada de acordo com a capacidade dos profissionais envolvidos, assim como a definição de métricas e as ferramentas que serão utilizadas.

Como profissionais de várias áreas irão atuar lado a lado, a capacidade dos times entregarem produtos será ampliada. No entanto, para que isso ocorra facilmente, os pré-requisitos do software devem ser definidos no início do ciclo de desenvolvimento. Uma vez documentados e divulgados entre os desenvolvedores, todas as funções poderão ser implementadas dentro do prazo definido pelos gestores.

O alinhamento de objetivos não deve ocorrer apenas entre a empresa e os seus clientes. Gestores de TI devem garantir, por meio de reuniões, feedbacks e outras técnicas que todos os profissionais envolvidos no projeto conheçam o seu papel e saibam como o seu trabalho afeta os objetivos comerciais do empreendimento.

O planejamento de ciclos de desenvolvimento de software, quando bem executado, terá um papel de destaque na forma como engenheiros de software trabalham. A atuação do gestor de TI deve ser pragmática durante todo o projeto, garantindo que boas práticas sejam adotadas por todos, criando fluxos de entrega de software que eliminam possíveis ameaças para a qualidade do produto final. Consequentemente, do início ao fim, todas as etapas serão executadas dentro dos prazos definidos pelos gestores, com rotinas de deploy apresentando baixos índices de erros.

Por que devo padronizar as operações de TI?

A falta de padronização em processos de TI pode impactar a forma como vários serviços são prestados. De áreas de suporte a rotinas de desenvolvimento, a execução de rotinas deve ser definida de tal forma que todos os profissionais atuem em processos unificados, diminuindo erros e tornando os serviços de um negócio mais eficazes.

Em ambientes de desenvolvimento, a não observância de um padrão operacional irá impactar diretamente na qualidade do produto final. Um exemplo pode ser o processo de deploy que, ao ser executado em cada etapa de uma forma diferente, pode acabar resultando em um produto final com um número de falhas além do aceitável.

Nesse sentido, as metodologias ágeis, que são a base do DevOps, devem ser implementadas continuamente. Procedimentos serão documentados para a divulgação entre todas as equipes, aumentando a confiabilidade das rotinas internas. O impacto também será sentido com os times de suporte, que conseguirão auxiliar os usuários com mais facilidade.

A padronização garante que as rotinas de deploy tornam-se mais eficazes. Esse é um dos processos mais críticos da criação de um sistema, com vários erros podendo ocorrer, entre os quais podemos destacar:

  • Quebras na estrutura do código que estava programado para release;
  • Distribuição de uma versão que não tenha sido testada corretamente;
  • Não adequação do produto final com as diretrizes definidas pelo projeto.

O uso de um padrão único deve promover um aumento contínuo dos níveis de automação em rotinas de testes e distribuição de atualizações. Dessa forma, a qualquer momento, o deploy do código poderá ser realizado com confiança e baixo índice de erros.

Nesse sentido, os processos de desenvolvimento devem ser mantidos com alto grau de integração. Assim, caso algum erro ocorra durante uma rotina de testes ou deploy, todos os profissionais envolvidos naquela etapa poderão atuar lado a lado na busca de correções para o problema.

Caso a falha tenha ocorrido em função de um bug ou vulnerabilidade, o código deverá ser alterado e o ambiente restaurado. Se for em função de um problema em uma das ferramentas, ela deverá ser reconfigurada para garantir a continuidade do processo. Da mesma forma, se a causa do problema for um erro de documentação, o documento deve ser alterado com a descrição correta dos processos.

A alta velocidade com que empresas entregam novas versões em rotinas baseadas no DevOps muitas vezes acaba levando profissionais a adotarem rotinas ineficazes ou fora do padrão definido por gestores de TI. Diante disso, modificações na estrutura do código podem afetar o funcionamento de uma ferramenta, diminuir a capacidade de equipes distribuírem novas versões e, consequentemente, piorar a qualidade do produto final.

Processos de desenvolvimento devem ser previsíveis, com alta aderência a métricas e fluxos de trabalho com baixo nível de interrupção. A integração de profissionais e a adoção de padrões amplos em todas as rotinas aumenta a confiabilidade do produto final, que será entregue com uma performance mais ampla e índices de falhas menores.

Saiba como criar sistemas de software confiáveis

Como já dizemos anteriormente, as soluções de software desempenham um grande papel nas rotinas de várias empresas. Instituições financeiras, por exemplo, precisam de sistemas de gestão integrada com alto grau de confiabilidade e disponibilidade. Nesse sentido, a criação de sistemas de software confiáveis é indispensável para a adoção em massa de ferramentas corporativas, em especial as de grande escalada.

Uma boa ferramenta deve ter um baixo índice de erros, mantendo-se estável mesmo durante picos de uso e atendendo a altos padrões de qualidade. Nesse sentido, as diretrizes das normas do mercado (como IEEE e ISO) devem ser integradas aos processos desenvolvimento, garantindo que o produto final possua boas práticas de segurança e privacidade.

Aqui podemos destacar, novamente, o uso da Biblioteca ITIL. Ela irá definir várias métricas e rotinas que podem ser implementadas para ampliar a qualidade do trabalho de desenvolvedores e demais profissionais envolvidos no ciclo de desenvolvimento de software. Todos os livros que compõem a ITIL devem ser avaliados, de tal forma que os gestores possam identificar as principais rotinas que necessitam de melhorias.

Os procedimentos de teste e análise de código também devem passar por verificações. É indispensável que eles consigam garantir a aderência do padrão do código aos requisitos definidos na documentação do projeto de TI.

Por fim, podemos destacar a necessidade de empresas de desenvolvimento disponibilizarem softwares seguros e confiáveis. Nesse sentido, protocolos de segurança, sistemas de rastreamento de falhas e criptografia podem ser implementados. Caso a ferramenta utilize métodos de autenticação, rotinas como a checagem em dois passos podem ser implementadas, garantindo que o acesso a dados internos será feito apenas pelas pessoas corretas.

Conclusão

As soluções de TI estão integradas a grande parte das nossas rotinas diárias. Sistemas digitais são utilizados para a gestão do trânsito, acompanhamento de pacientes e em processos empresariais diversos.

Nesse cenário, empresas de TI foram pressionadas a criar soluções eficazes e com processos de desenvolvimento ágeis. A distribuição de novas versões de um produto tornou-se mais rápida, acompanhando o ritmo de mudanças que ocorrem em economias globalizadas. Diante disso, novas formas de desenvolvimento de software foram implementadas em ambientes corporativos, integrando profissionais e criando fluxos de trabalho com entrega contínua de modificações.

Entre as metodologias e políticas operacionais que são introduzidas para que empresas possam melhorar as suas rotinas de criação de software, o DevOps destaca-se pela sua capacidade de unir profissionais e otimizar processos diversos. Inspirado nas metodologias ágeis, esse tipo tipo de processo amplia a capacidade de empresas atenderem às mudanças do mercado e torna as rotinas de desenvolvimento mais eficazes no médio e longo prazo.

Mas, apesar das melhorias que o DevOps gera em ambientes de desenvolvimento, muitos gestores de TI possuem dificuldades para replicar essa cultura a médio e longo prazo. Apesar da prática do DevOps ser voltada, também, para a otimização constante de rotinas, não é raro que empresas não consigam manter um alto padrão sendo replicado por vários projetos.

Diante disso, gestores devem adotar um conjunto de técnicas que facilitam a manutenção de boas práticas. Rotinas de teste e deploy podem ser automatizadas, tornando as rotinas de trabalho mais fluidas. Além disso, a diminuição do número de tarefas repetitivas elimina uma série de falhas que são causadas por erros humanos.

A busca por processos padronizados deve ser constante e abrangente. Por meio de cursos, treinamentos e uma boa documentação, desenvolvedores poderão verificar se o seu trabalho está sendo realizado dentro dos padrões e métricas definidas no início do projeto. Caso alguma falha seja identificada, correções serão feitas facilmente, diminuindo o número de problemas no processo de deploy.

O DevOps deve sempre ser visto como uma forma de criar ambientes operacionais funcionais, com alta produtividade, segurança e baixo índice de erros. A integração entre profissionais precisa ter como objetivo principal o desenvolvimento de soluções únicas, capazes de atender às necessidades de usuários e criar uma experiência de uso inovadora.

Internamente, o DevOps promoverá uma mudança cultural em todos os aspectos de um projeto de desenvolvimento. Desenvolvedores serão capazes de modificar e testar a eficácia de um código rapidamente, por meio de ambientes de trabalho mais integrados e colaborativos. Consequentemente, desafios serão vencidos com mais facilidade, tornando a empresa mais competitiva.

Em um mundo mudanças ocorrem rapidamente, os ciclos de desenvolvimento de software devem ser voltados para o uso de processos ágeis e confiáveis. Da idealização de um produto até a sua chegada no mercado, todas as rotinas devem ter um alto grau de eficiência. Assim, as ferramentas serão voltadas para as necessidades do usuário, ganhando um alto nível de adoção pelo mercado.

E você, tem alguma rotina ou técnicas que permite a otimização dos processos de desenvolvimento baseados no DevOps? Conte para a gente!

Veja como podemos ajuda-lo em sua implantação do DevOps.

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