A cada dia cresce a necessidade de infraestrutura; novos profissionais são incorporados nas empresas, novas aplicações com diversos recursos gráficos entram em operação, necessidades de links potentes ligando as filiais, novos servidores com processadores de última geração, memória e mais memória para dar conta de tantos dados, cloud, big data. Tudo isso parece não ter fim e cresce a uma velocidade infindável, a sensação (para o usuário) é que a infraestrutura nunca atende as suas necessidades.

Este é o cenário observado cada dia mais nas empresas. Imagine colocar, no meio de todo este processamento, uma enorme quantidade de mudanças de sistemas e aplicativos, que irão concorrer simultaneamente com o que está em produção e com outros que também precisam estar disponíveis no dia seguinte para os usuários. A sensação é uma só: a infraestrutura não vai aguentar. E realmente ela não aguenta! O resultado são janelas técnicas cada dia maiores e mais concorridas e, com consequência natural, tudo fica extremamente lento.

Até pouco tempo atrás, esta era a realidade da grande maioria das empresas: infraestrutura limitada e necessidade de processamento e tráfego ilimitado e a grande questão sempre foi como resolver isso.

Entrar, há tempos atrás, em uma sala de gerenciamento de mudanças no meio de uma janela técnica era ver o cenário do caos: todo mundo estressado, querendo acabar logo o seu deploy porque os usuários estavam esperando para testá-los. O coro era geral: “quanto tempo falta para terminar a migração?”. E a resposta também vinha em coro: “sem previsão”! As brigas e discussões eram intermináveis, como eram também intermináveis as noites em claro esperando a infraestrutura processar todas as requisições.

Isso chegou ao fim ou está muito próximo dele. Se antigamente tudo tinha que ser feito concomitantemente, usando, de maneira irracional, toda a infraestrutura disponível, hoje com uma ferramenta de gestão de configuração este inferno terminou.

A ferramenta tem configurados os horários de menor utilização dos ambientes de rede, servidores e links. Assim, fica fácil saber qual é o melhor horário para utilizar cada um e, o que levava horas para ser processado, cai significativamente. Além de escalonar cada mudança para um determinado horário, também se faz agora considerando-se a disponibilidade do usuário de cada aplicação para testar e aprovar as mudanças efetivadas.

Por que deixar todo mundo acordado se não será possível fazer nada até o término do processamento? Sabendo-se que horas o processamento terá terminado e o sistema disponível, fica mais fácil para todo mundo promover, testar e, em caso de problemas, fazer o fall back do que não funcionou.

A redução de custos com a ferramenta, como se demonstra, extrapola as horas extras e a necessidade de investimento em equipamentos de infraestrutura (que pareciam insuficientes), fazendo com que a chamada concorrência na infraestrutura se transforme em aumento de disponibilidade de processamento e comunicação.