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Governança de TI híbrida: automação é a chave. Entenda!

Governança de TI híbrida: automação é a chave. Entenda!

Gestores de TI devem buscar rotinas que permitam às companhias terem acesso a novas tecnologias sem que isso represente um problema para o orçamento. Nesse cenário, as políticas de governança passaram representar um desafio para profissionais de TI, que precisam encontrar métodos mais flexíveis de otimizar recursos e tornar as ferramentas corporativas fonte de inovação e de serviços de qualidade.

Uma das formas de tornar as rotinas de governança de TI mais eficazes é investindo em automação. Eliminar rotinas repetitivas pode auxiliar empresas a se livrarem de uma série de problemas operacionais, criando um fluxo de trabalho mais confiável.

Quer saber mais? Então leia este texto e veja como as suas políticas de governança podem ser impactadas com a automação de processos!

Automação em governança de TI: quais as vantagens?

Um dos principais desafios dos gestores de TI, atualmente, é criar rotinas de trabalho mais ágeis e com menores índices de erro. Para atingir esse objetivo, empresas investem em soluções que tornam processos mais eficientes, reduzem gastos e melhoram os índices de qualidade.

Nesse cenário, a automação de processos pode causar um grande impacto para empresas. Ambientes digitais podem se tornar mais seguros, com ferramentas que identifiquem falhas e brechas de segurança automaticamente. Já a infraestrutura de rede pode ser otimizada continuamente com o auxílio de sistemas de monitoramento, que permitem a identificação de equipamentos com mau desempenho.

Vale destacar, também, que os gastos com tecnologia podem ser reduzidos continuamente. Ao diminuir o número de rotinas que são executadas manualmente, a empresa pode redirecionar o trabalho de técnicos e analistas para processos mais importantes. Junto a isso, o número de erros nos processos operacionais também passa a ser menor, aumentando a qualidade dos serviços do setor de maneira geral.

Como integrar a automação de processos às rotinas da empresa?

A implementação de processos automatizados deve ser feita por meio de um planejamento abrangente. Assim como inúmeras soluções de TI, as ferramentas de automação, se mal integradas às rotinas internas de um setor, podem acabar causando um impacto negativo na forma como as atividades são executadas.

Nesse sentido, gestores de TI devem avaliar, inicialmente, quais são os melhores processos a serem automatizados. Essa estratégia deve incluir — mas não se limitar a — rotinas que possam ser integradas em um fluxo único de trabalho, atividades repetitivas e tarefas que causam um grande impacto na produtividade do setor.

Entre as principais tarefas que normalmente são otimizadas, podemos destacar:

  • Redefinição de senhas;
  • Solicitação de troca de equipamentos ou suporte local;
  • Pedidos para criação de usuários;
  • Monitoramento de infraestruturas de rede;
  • Busca por falhas de segurança;
  • Verificação preventiva do estado de sistemas e da infraestrutura de TI;
  • Rastreamento de variações do número de requisições em uma rede corporativa;
  • Monitoramento de usuários.

A definição de rotinas a serem automatizadas deve levar em consideração a importância que as atividades possuem para o negócio. Algumas áreas que são abordadas pela política de governança de TI podem ganhar um grande salto de qualidade com a diminuição do número de erros, o que acaba criando um ambiente de trabalho mais eficiente.

A escolha de ferramentas deve ser feita de acordo com as necessidades do negócio. As soluções de segurança, por exemplo, precisam ser adaptadas para o ambiente interno, integrando-se aos sistemas já utilizados pela empresa e expandindo as capacidades do setor de TI. Já os sistemas de monitoramento de rede devem ser capazes de avaliar o estado de todos os equipamentos da empresa.

A automação nos processos de desenvolvimento

Muitos projetos de desenvolvimento de software são cancelados pela falta de capacidade de gestores de TI de manterem equipes com alta aderência a prazos e métricas. O uso de ferramentas que realizam testes em códigos e a distribuição de novos updates auxilia na criação de um fluxo e trabalho mais ágil e eficaz, algo indispensável atualmente.

Elas poderão ser integradas à nuvem, aumentando a capacidade de gestores de TI atenderem às eventuais mudanças que podem surgir nos requisitos de um projeto. A ampliação do nível de automação de desenvolvimento de software causa impacto contínuo no trabalho dos desenvolvedores. O ambiente de trabalho será mais integrado, com informações mais precisas e rotinas mais eficazes.

Otimizando processos e eliminando erros

O aumento da automação sempre foi apontado como umas principais razões para empreendimentos investirem em TI. Os ganhos podem atingir todas as áreas do negócio, ampliando a confiabilidade de processos.

Em um cenário em que a maioria dos problemas de segurança digital é causada em função de erros humanos, o investimento em soluções automatizadas pode reduzir o risco de falhas de dados significativamente. Ferramentas de monitoramento podem identificar automaticamente contas comprometidas, tentativas de ataque e quebras de senha, por exemplo. Assim, por meio de alertas ou regras próprias, é possível aplicar medidas preventivas, diminuindo o impacto de atividades inseguras.

Os processos de deploy de software passam a ser mais ágeis. Vale destacar novamente que vários projetos de desenvolvimento de sistemas são cancelados pela falta de capacidade de project managers conseguirem entregar as suas soluções dentro do prazo. Diminuindo o tempo gasto para a execução de testes de software e distribuição de updates, pode-se aumentar a qualidade dos serviços da empresa e, assim, tornar um empreendimento mais lucrativo.

Por fim, podemos destacar a importância que a automatização possui quando integrada aos ambientes de cloud computing. Nos últimos anos, as soluções de computação na nuvem já foram adotadas em vários processos, o que ampliou a capacidade de empreendimentos atingirem mercados maiores e responderem com mais agilidade às mudanças e tendências.

Nesse sentido, a computação na nuvem pode ter um papel de destaque para empresas que pretendem automatizar um número maior de processos. Tais ferramentas, ao serem executadas com o auxílio de infraestruturas de cloud, conseguem atender demandas maiores com um uso mais eficaz de recursos. Isso implica em gastos menores para a manutenção de uma rotina de TI, que se torna mais escalável.

Agora é a sua vez: qual é a sua opinião sobre a automatização de processos de TI? Ela pode realmente otimizar rotinas operacionais e métodos de trabalho? Conte para nós a sua opinião!

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