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Medir, para gerenciar

É impossível gerenciar aquilo que não se pode medir“. Essa frase foi dita por Peter Druker, segundo muitos, o pai da administração moderna. Entre as máximas na gestão, essa é uma das mais lembradas.

Esse conceito está cada vez mais atual e até os mais conservadores perceberam que, sem controle, o processo de tomada de decisões é caótico, tornando-se praticamente um voo cego com consequências imprevisíveis.

Talvez, o maior problema depois de convencer os mais resistentes a implantar processos para medir e gerenciar, é a definição de o que medir, como, com que frequência e o que não medir.

A escolha correta de quais indicadores de desempenho são mais relevantes e devem ser medidos é fundamental para não se afogar em um mar de informação inútil, que pouco ajudará a melhorar o gerenciamento e de eficiência na empresa.

Como orientação, comece a medir os indicadores de desempenho que são considerados fundamentais como: financeiro, clientes, marketing e vendas, processos operacionais e logísticos, colaboradores e responsabilidade social.

É importante saber exatamente quais informações gerenciar em cada indicador. Para os mais utilizados são:

 

Financeiro: lucro líquido, margem, EBITDA;

Cliente: retenção, satisfação, rentabilidade;

Marketing e vendas: crescimento de mercado, participação no mercado, custo por lead, taxa de conversão;

Operação: utilização da capacidade, perdas por processo, projetos/prazo, qualidade e retrabalho;

Colaborador: receita por funcionário, satisfação, tempo médio para contratação;

Responsabilidade social: carbono, água, consumo de energia, resíduos;

 

Para conseguir sucesso com as medições e principalmente com a gestão dos indicadores, é fundamental comunicar e engajar a estratégia para toda a organização, alinhar os objetivos estratégicos e medir o desempenho organizacional, garantindo que se está medindo os indicadores corretos e gerenciando de maneira mais eficiente e eficaz toda a organização.

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