O desejo de todo executivo é conseguir implantar processos que aumentem a produtividade, baixem os custos e agilizem as vendas. Quando conseguem, o desafio é melhora-los continuamente para não perder a eficiência.

Uma importante ferramenta para garantir a tão desejada melhoria continua é o PDCA, sigla em inglês que significa: PLAN (planejamento), DO (execução), CHECK (verificação), ACTION (ações).

O primeiro passo para conseguir a melhoria continua dos processos é o planejamento: definem-se as metas ideais e os itens de controle do processo que se quer melhorar.

O segundo passo é a execução do planejado, o DO (execução): o desafio desta etapa é conseguir educar e treinar as pessoas envolvidas. Não terá efetividade o esforço do planejamento, educação e treinamento se as informações geradas durante a execução não forem registradas.

O terceiro passo é a verificação, CHECK, que tem por objetivo comparar a execução a partir dos dados registrados com o planejamento, onde se pode notar se os resultados propostos foram ou não alcançados.

O quarto passo é o ACTION (ação), que implica em ações corretivas nos processos que foram avaliados, a partir dos resultados alcançados. A partir daí, tem-se dois caminhos: se com a verificação não foi possível atingir os resultados planejados, deve-se partir para o estudo de ações corretivas e a seguir retomar o PDCA; porém se os resultados foram atingidos, deve-se então padronizar o processo, assegurando, assim, sua melhoria e consequentemente a permanência da excelência.

Uma lição importante a aprender com a melhoria contínua e o PDCA, é que um define o que queremos melhorar, o outro nos mostra o que podemos melhorar.

Uma certeza é que em tudo existe a necessidade de se melhorar continuamente, portanto, preocupar-se com a melhoria contínua significa preocupar-se com a sobrevivência.