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Ti Bimodal nos negócios

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TI nos negócios ou negócios em TI. Qual o melhor caminho para implantar a TI Bimodal?

A barreira entre as áreas de negócio e TI remonta à época dos CPDs – para os mais novos, o precursor dos atuais Data Centers. A área de negócio não entendia muito bem para que serviam aqueles computadores e achava estranho aquele pessoal que ficava trancado em uma sala gelada, por sua vez, o pessoal de TI não gostava de ter que atender tudo sempre para ontem.

O tempo mostrou que os dois estavam errados. Ser ágil na entrega de produtos e serviços deixou de ser um diferencial para se tornar um fator de sobrevivência, e planejar para entregar virou sinônimo de qualidade e economia. O fato é que, mesmo com todas as mudanças, ainda sai faísca quando as duas áreas se encontram em uma mesa de reunião.

As mais conhecidas estratégias de guerra mostram que dois adversários se unem quando possuem um inimigo em comum. No caso das empresas, os inimigos são a concorrência, as mudanças constantes do mercado e, atualmente, a crise, que colocam em risco a sobrevivência das empresas e, consequentemente, o emprego de todos.

O melhor caminho para unir as áreas e implantar a TI Bimodal deve partir necessariamente de um dos principais executivos da empresa. Ele deve ser o gerente do projeto, que irá mudar o modelo de negócio e de TI, identificando os objetivos comuns – este deve ser o primeiro passo –, mostrar que o mercado mudou e que os clientes estão buscando outros fornecedores sem, com isso, querer achar culpados, mas sim soluções.

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Uma vez identificado o porquê de se estar perdendo espaço no mercado, o próximo passo é determinar quais projetos irão recuperar o espaço perdido, quais garantirão a sobrevivência em médio prazo e quais colocarão a empresa em uma posição diferenciada em relação aos concorrentes em longo prazo.

Não imagine que tudo será tranquilo e que ambas as áreas vão se despir das vaidades para abraçar a causa imediatamente. Este trabalho é exaustivo e requer muita resiliência: bater o crachá na mesa pouca efetividade trará, o caminho é identificar profissionais de ambas as áreas que consigam interagir e disseminar os novos processos e a nova maneira de atuar.

O passo seguinte é colocar profissionais de negócio dentro da área de TI e vice-versa. O objetivo é ganhar agilidade na comunicação e entendimento das necessidades e dos problemas. Ter uma via rápida, eficiente e com reais poderes de ação é importante para quebrar paradigmas.

Durante todo o processo de mudança de cultura, novos atritos acontecerão e culpas pelos erros estarão soltas, loucas para achar um dono. Aí está o grande desafio e maestria de quem irá conduzir o processo de mudança: falar em culpa não traz solução, o ideal é falar em problemas e em como resolvê-los.

Quem acredita que mudar a cultura de uma empresa é tão simples como implantar um sistema operacional em um servidor tem que mudar de opinião rapidamente. Processos e cultura são as coisas mais complexas e difíceis de se mudarem em uma empresa. O caminho é longo e os desafios diários, uma batalha a ser vencida constantemente, mas os resultados são compensadores para todos: a empresa se manterá viva, os profissionais empregados e as pessoas evoluídas para uma nova visão de mundo e de mercado.

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