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DevOps. Como tudo começou?

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Para saber como tudo começou, primeiro devemos entender o que significa DevOps. Dev vem de desenvolvimento da área responsável por criar os novos sistemas; Ops é de operação, área responsável por implementar, operar e garantir que os sistemas criados pela área de desenvolvimento não parem.

Para quem nunca trabalhou com TI entender melhor, é como tentar juntar no mesmo ambiente e manter sem discussões argentinos e brasileiros, advogados e juízes ou, então, médicos e enfermeiros. Um sabe que não tem como viver sem o outro, mas o outro nunca tem razão.

Desde os primórdios da área de TI, a batalha sempre foi inglória para ambos, afinal, o maior interessado, que é a área usuária, ou seja, o cliente, nunca foi atendido no prazo e muito menos com as necessidades solicitadas.

O tempo passou e as áreas começaram a perceber que, se não mudassem, começariam a perder espaço para os concorrentes externos, pois, como tudo na vida, quem paga, manda, e quem não atende, perde seu espaço e emprego.

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As metodologias ágeis tomaram conta do mundo dos desenvolvedores. De cabeça mais arejada e sedentos por novidades, logo perceberam que conseguiriam desenvolver mais, melhor e, principalmente, com mais qualidade utilizando-as, porém, deram de frente com o mundo da infraestrutura, que, por natureza, é responsável pela sustentação do negócio e sempre teve muitas regras para autorizar qualquer alteração no ambiente.

Obviamente, as necessidades do negócio pressionaram o pessoal de infra a mudar sua postura e alterar os prazos de promoção de aplicação. O que todos esqueceram é que, por mais que as novas aplicações sejam testadas e homologadas, o ambiente no qual isso acontece nunca é igual ao ambiente de produção. O resultado é que quem fica de frente com o cliente recebendo as reclamações de problemas com o novo sistema é o pessoal de produção, e a conclusão é que mudar simplesmente mantendo a mesma organização de infraestrutura não é a melhor opção.

O primeiro passo para melhorar seria que as duas áreas baixassem a guarda. O desenvolvimento parar de falar que no notebook a aplicação está funcionando e que o problema é de infra, e a infra, por sua vez, parar de dizer que o problema é do código.

Como as metodologias ágeis já haviam invadido o mundo de desenvolvimento, uma boa solução seria aplicá-las para infra, pois, com a chegada da virtualização e do cloud computing, esses desafios foram tornando-se mais fáceis. As plataformas de infra on demand não mudaram apenas as estruturas de infra, alteraram a cabeça e o jeito de pensar dos profissionais da área. Hoje, um especialista em cloud ou virtualização tem um perfil muito mais próximo ao do desenvolvedor de códigos do que dos antigos e carrancudos configuradores de servidores.

Engana-se quem acredita que tudo mudou. O processo de DevOps ainda está engatinhando. Isso porque não são só os times de TI de infra e de desenvolvimento que precisam mudar, as estruturas operacionais e de negócio devem buscar se adaptar para a nova maneira de atender os clientes e de ganhar dinheiro. As startups estão aí para mostrar como é possível, com poucas pessoas, uma boa solução e investimentos corretos, atender uma enorme quantidade de usuários de maneira mais rápida e, principalmente, mais barata.

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