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Arquitetura corporativa: uma visão estratégica da área de TI nas organizações

Arquitetura corporativa: uma visão estratégica da área de TI nas organizações

Veja neste Post

Um dos maiores desafios enfrentados por gestores de TI é garantir que os objetivos do negócio estejam alinhados com as estratégias utilizadas para melhorar os serviços de TI. A infraestrutura de soluções digitais de uma empresa deve ser administrada de tal forma que as soluções implementadas no ambiente corporativo tornem-se vetores de inovação, com profissionais executando as suas atividades com maior convergência e conectividade.

Hoje, a tecnologia é considerada um dos investimentos feitos por empresas que, em geral, possui um dos maiores potenciais de retorno financeiro do mercado. Ela permite que profundas mudanças sejam feitas no ambiente corporativo, com novas abordagens sendo criadas por meio de modelos de negócios mais flexíveis e integrados à web.

Nesse cenário, a política de gestão de TI possui um papel de destaque. Técnicos e analistas devem atuar para que os sistemas possuam um grande desempenho, auxiliando a tecnologia a se tornar uma ferramenta estratégica para o negócio. Além disso, a integração operacional deve ser promovida, criando ambientes de trabalho mais eficazes.

Nas inúmeras discussões sobre como é possível atingir esse objetivo, o termo “arquitetura corporativa” está ganhando espaço entre especialistas de tecnologia. A expressão é utilizada para representar um conjunto de rotinas que alinha os objetivos de vários setores de acordo com as metas de mercado de um empreendimento. Dessa forma, toda a empresa passa a trabalhar com um objetivo em comum, o que tem como consequência uma mudança profunda em processos operacionais diversos.

No ambiente da gestão de TI, a arquitetura corporativa agrega valor à infraestrutura computacional de um negócio e amplia a capacidade de técnicos e analistas de atender às demandas de usuários dentro do ambiente corporativo.

Dessa forma, as ferramentas de TI da empresa passarão a ser a chave de processos mais inovadores e competitivos. Investimentos serão realizados para tornar o trabalho de todos mais eficaz. Além disso, as políticas internas serão planejadas buscando uma governança de TI mais dinâmica e alinhada com os objetivos de médio e longo prazo do empreendimento.

Ficou curioso? Então veja o nosso post de hoje e saiba mais sobre a arquitetura corporativa e o papel do arquiteto de TI no alinhamento entre TI e negócios!

1 – O que é arquitetura corporativa?

O termo arquitetura corporativa é utilizado para designar processos que atuam sobre a organização interna de um empreendimento, as conexões entre equipamentos, os padrões de funcionamento, as soluções empregadas pela empresa e as políticas de segurança e privacidade. Eles terão como principal objetivo o alinhamento de tais fatores com as metas de médio e longo prazo do empreendimento.

Nesse sentido, a arquitetura de TI está profundamente vinculada à arquitetura corporativa. Ela pode ser definida como uma série de conhecimentos técnicos e habilidades de gestão que integram a tecnologia aos objetivos do negócio. É necessário que o arquiteto de TI (profissional que abordaremos mais à frente) possua uma visão de mercado, que esteja em sintonia com as abordagens feitas pelos outros setores e que possa agregar valor aos serviços do negócio.

No geral, as rotinas de TI que estão relacionadas à arquitetura corporativa envolvem um grande número  de profissionais. Analistas dividem tarefas, realizam feedbacks, monitoram recursos e o cumprimento de normas para garantir que o ambiente digital interno mantenha-se confiável e seguro. Isso facilita o trabalho dos especialistas da área, que diminuem a sua sobrecarga de trabalho, e permite que as atividades sejam desenvolvidas com um alto grau de excelência.

A arquitetura corporativa é constituída de um conjunto de princípios que permite o aumento contínuo do grau de competitividade de um empreendimento. Em ambientes que tornam-se cada vez mais dependentes dos equipamentos de TI, garantir que toda empresa possa realizar atividades com o máximo grau de produtividade é indispensável. Nesse sentido, a arquitetura corporativa prevê a implementação de processos que eliminem falhas de hardware e tornem os sistemas mais eficazes.

As políticas de gestão da informação também são influenciadas pela arquitetura corporativa. Processos são alinhados entre si, adaptando padrões e rotinas de acordo com as regras e políticas internas. Isso será feito sempre buscando o alinhamento de padrões do mercado com os corporativos.

Por fim, podemos destacar o papel que a arquitetura corporativa possui no levantamento de recursos para a promoção de ações internas. Ao integrar setores, serão criados meios para o compartilhamento de informações, o que torna o fluxo de dados sobre o empreendimento mais dinâmico e ágil. Dessa forma, todos poderão analisar a forma como processos internos estão definidos para que as rotinas sejam otimizadas.

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2 – Qual o papel do arquiteto de TI na arquitetura corporativa?

O arquiteto de TI é um profissional que exerce um papel estratégico na manutenção de boas práticas de governança. Dentro do ambiente corporativo, esse profissional deverá alinhar as metas entre o setor de TI e outros setores, escolhendo as soluções que agregam valor ao negócio e facilitam a otimização da cadeia operacional interna.

O escopo de atuação do arquiteto de TI será tanto maior quanto for a infraestrutura de soluções digitais da empresa. Consequentemente, existem diferentes especializações para o arquiteto de TI (que serão abordadas mais à frente), algo que possui como principal resultado a fragmentação do conhecimento desses especialistas, melhorando a qualidade da atuação nesse setor.

Esse é um cargo que se estende, portanto, por todos os setores do empreendimento. Diante disso, ele deve atuar como um líder, propondo soluções e sendo um agente de propagação de boas práticas. Os processos utilizarão um número maior de recursos, que deverão se unir a ferramentas tradicionais para criar produtos de grande valor agregado.

O dia a dia de um arquiteto de TI é desafiador. Deve-se unir um grande mix de habilidades técnicas e interpessoais, buscando soluções flexíveis e de alto valor agregado. Os processos de tomada de decisão terão um grande impacto na forma como as rotinas da empresa irão influenciar a criação de receitas no médio e longo prazo. A escolha da metodologia utilizada em um projeto de desenvolvimento de software, por exemplo, pode impedir times de manterem-se aderentes a métricas, KPIs e prazos.

Para garantir que todas as estratégias internas estejam alinhadas com os objetivos do empreendimento, o arquiteto de TI deve ter um grande conhecimento sobre o negócio em que ele atua, saber realizar análises sobre o ROI, conseguir criar soluções de baixo impacto financeiro, conseguir gerenciar pessoas, ter flexibilidade para solucionar conflitos e conseguir criar um bom roadmap de melhorias de médio e longo prazo. O seu trabalho será efetivo com o uso de um bom conjunto de ferramentas e técnicas que, ao serem implementadas dentro do ambiente corporativo, criam fluxos de trabalho mais fluidos e ágeis.

Como dissemos, o arquiteto de TI pode atuar como especialista em quatro áreas. São elas: arquitetura de infraestrutura, arquitetura de software, arquitetura de negócio e arquitetura de informação. Em comum entre elas existe um conjunto de cinco grandes habilidades, que são relacionadas a:

Estratégias de tecnologia de negócios

Essa habilidade está relacionada à capacidade de profissionais entenderem os principais fundamentos de um empreendimento, as suas rotinas de validação, planejamento e desenvolvimento de serviços. Estratégias podem ser desenvolvidas para que processos possam ser racionalizados, seja por meio da     priorização de investimentos ou análises de mercado.

Ambiente de TI

Essa é uma habilidade que trabalha com a infraestrutura de rede, plataformas digitais, frameworks de desenvolvimento, criação de aplicações, gestão de projetos e planejamento de mudanças internas.

Atributos de qualidade

Define uma série de características de sistemas e da infraestrutura de serviços digitais, como usabilidade, localização, escalabilidade, performance e disponibilidade de recursos.

Design

Está ligada aos processos de design de software, patterns, modelagem de requisitos, testes de código, metodologias de projeto, e análise de software.

Dinâmicas humanas

A quinta habilidade está relacionada com aspectos do arquiteto de TI que são trabalhos no relacionamento com outras pessoas. São soft skills como a capacidade de liderança, gestão de pessoas, relacionamento interpessoal, interação entre pares, técnicas de apresentação de ideias e integração de equipes.

A criação de uma sinergia entre diversas áreas reduz custos, aumenta a produtividade de funcionários e fortalece os valores do negócio. Nesse cenário, as habilidades relacionadas às dinâmicas humanas são fundamentais. Independente de nível de flexibilidade da hierarquia do negócio, arquitetos de TI devem ser capazes de unir profissionais em torno de objetivos em comum, criando rotinas de trabalho funcionais.

3 – Qual a importância do alinhamento entre as áreas de TI e de negócios?

Como falamos, um dos maiores desafios do arquiteto de TI é alinhar os objetivos de um empreendimento com as rotinas de gestão de software, infraestrutura e plataforma do negócio. Independente de flutuações no mercado, crises financeiras, mudanças de estratégia ou de necessidades internas, esse profissional deve manter a tecnologia como um fator importante para o empreendimento, seja como vetor de inovação ou como método de otimização de rotinas.

Nesse sentido, soluções de cloud computing podem ser empregadas por empresas que estejam em um processo de crescimento rápido ou que pretendam flexibilizar as suas rotinas internas. Sistemas baseados na nuvem são mais escaláveis, o que aumenta a capacidade do negócio de responder às demandas do mercado rapidamente.

Além disso, ferramentas de cloud storage permitem a sincronização de dados entre vários dispositivos, o que torna mais simples a adoção de políticas operacionais como o BYOD (Bring Your Own Device, ou “Traga o Seu Próprio Aparelho”, em português) e as de homeworking.

Da mesma forma, o arquiteto de TI pode sugerir que processos de desenvolvimento sejam otimizados por meio da virtualização de ambientes de teste de código na nuvem. Developers poderão testar os seus programas em mais ambientes, o que resultará em produtos mais versáteis e com uma experiência de uso uniforme.

Caso a companhia precise criar novas formas de lidar com a análise de dados, o arquiteto de TI deverá avaliar soluções de captura, armazenamento, análise e processamento de informações. Nesse cenário, as plataformas de big data são fundamentais, dando a oportunidade para analistas obter insights diversos sobre a forma como o mercado atua.

Para que os objetivos do negócio sejam verdadeiramente alinhados com as abordagens de governança de TI, arquitetos corporativos atuarão lado a lado com vários setores. Isso amplia a necessidade de o profissional possuir um bom domínio de soft skills, além de um amplo conhecimento sobre cada setor em que as soluções de TI estão presentes. Dessa forma, ele poderá criar políticas que agregam valor às ferramentas digitais e tornam toda a cadeia operacional mais eficaz.

4 – Quais são as vantagens da adoção da arquitetura corporativa?

A adoção da arquitetura corporativa promove um profundo impacto na forma como processos de TI são gerenciados. Estratégias de todos os setores serão alinhadas, criando um fluxo de processos mais eficaz e com maior capacidade de auxiliar o negócio a atingir os seus objetivos de médio e longo prazo.

Com as metas estratégicas sendo cumpridas com maior frequência, a qualidade dos serviços do negócio será ampliada. Isso aumentará a competitividade do empreendimento e, consequentemente, as receitas financeiras e a presença de mercado.

Conforme as rotinas internas forem modificadas, a empresa terá um ambiente interno mais integrado. Os gestores poderão colaborar mais e, assim, otimizar com uma frequência maior as suas políticas operacionais.

O trabalho de todos os gestores apresentará uma qualidade maior. A transmissão de feedbacks, distribuição de tarefas e o planejamento de investimentos será acompanhado de melhores índices e um nível de satisfação maior.

Diante das vantagens da arquitetura corporativa, muitos gestores a adotam sabendo que ela promoverá um grande equilíbrio entre a eficiência dos setores e a capacidade de inovação do empreendimento. Todas as unidades que compõem um negócio passam a promover rotinas com maior segurança e produtividade. Ao mesmo tempo, as estratégias de todos os profissionais será integrada, proporcionando um alinhamento maior dentro do ambiente corporativo.

5 – Como a metodologia DevOps impacta na arquitetura corporativa?

Gestores de TI buscam, continuamente, otimizar as rotinas do setor e a sua gestão de projetos. Nesse sentido, várias técnicas e metodologias podem ser implementadas, seja para aumentar a segurança do ambiente de trabalho ou integrar profissionais. Uma delas é o DevOps, uma das principais tendências em TI a despontar nos últimos anos.

DevOps ganhou espaço, principalmente, em meios de desenvolvimento de software. Ele pode ser visto como uma cultura operacional inspirada nas metodologias de desenvolvimento ágeis. Promovendo a integração entre engenheiros de software, cria-se um ambiente de trabalho com maior fluidez operacional, menos conflitos e erros ocorrendo em uma frequência menor.

As mudanças promovidas pela metodologia DevOps criam uma nova cultura dentro do ambiente corporativo. Processos são feitos com mais velocidade e a capacidade da empresa de atender às demandas do mercado torna-se maior. Além disso, o índice de sucesso dos projetos internos é ampliado, gerando mais receitas para o negócio.

Para atingir tais objetivos, novas ferramentas são implementadas. Elas auxiliam na redução de tarefas não automatizadas, alinham setores diferentes e permitem um monitoramento mais eficaz da evolução de tarefas. Vale destacar, também, que as técnicas utilizadas para a adoção do DevOps melhoram a rotina de feedbacks, criando um ciclo contínuo de melhoria de serviços.

No ambiente da arquitetura corporativa, o DevOps pode ser fundamental para que objetivos sejam alinhados entre vários setores. A filosofia por trás dessa metodologia facilita a criação de rotinas com maior grau de colaboração e fluidez. Além disso, grande parte das práticas do DevOps podem ser vinculadas a processos que não são diretamente relacionados com as rotinas de desenvolvimento, o que amplia a capacidade de atuação de gestores de TI.

A empresa que pretende implementar o DevOps em sua rotina deve fazer um amplo planejamento dos processos que serão afetados pela nova metodologia. Gestores de TI precisam avaliar quais rotinas não possuem um alto nível de qualidade, além de criar um roteiro de melhoria de longo prazo. Líderes devem trabalhar lado a lado, promovendo mudanças e diminuindo o número de barreiras para as novas práticas.

O DevOps não deve ser visto como um objetivo, mas um meio para a criação de ambientes de trabalho mais eficazes. Diante disso, gestores devem, inicialmente, começar a aplicar os novos processos em projetos pequenos, diminuindo o potencial impacto que falhas possam causar. Além disso, ao adotar essa estratégia, a aplicação de feedbacks é otimizada.

Gestores devem garantir que os objetivos da empresa com a implementação do DevOps sejam conhecidos por todos os profissionais. Assim, a visão de cada profissional sobre o seu papel dentro da empresa será direcionada para as metas de médio e longo prazo do negócio.

Uma vez que todos estejam compartilhando de objetivos em comum, a colaboração deverá ser incentivada em toda a cadeia de operações. A chave para o sucesso do DevOps é a criação de um ambiente de trabalho em que todos cooperem para que o andamento de projetos seja feito da melhor forma possível. Isso é fundamental, especialmente em empresas em que os times nem sempre estão localizados no mesmo local.

Além disso, as ferramentas adotadas pelo departamento devem atender às necessidades internas. Elas precisam aumentar o grau de automação de rotinas internas, além de promover ganhos de produtividade. Nesse sentido, o gestor de TI deve realizar investimentos com alto custo-benefício, que otimizem processos diversos.

Os serviços do setor de TI da empresa podem ser divididos em equipes menores. A criação de uma estrutura organizacional baseada em microserviços melhora a distribuição de tarefas, o acompanhamento de prazos e a identificação de falhas operacionais. Além disso, a integração entre profissionais será maior, promovendo a execução de atividades com mais qualidade.

Conclusão

O crescente aumento da tecnologia em ambientes corporativos está aumentando a necessidade de empresas investirem em rotinas que tornam as soluções de TI mais eficazes e integradas ao negócio. Hoje, sistemas de gestão, gerenciamento de dados e ferramentas de produtividade são vistos como fatores críticos para o sucesso de qualquer negócio.

Diante disso, gestores de TI devem investir em rotinas que possam promover uma maior integração entre os objetivos do setor com outras áreas do negócio. Processos de trabalho serão otimizados e rotinas redefinidas, criando um ambiente operacional com fluxos de trabalho mais ágeis e com menores índices de erro. Nesse cenário, a arquitetura corporativa se destaca como uma forma de desenvolver políticas de gestão mais integradas e com menos conflitos.

O princípio da arquitetura corporativa é manter toda a cadeia operacional de uma organização alinhada com os seus principais objetivos, criando um planejamento abrangente, que estabeleça princípios e rotinas que possam facilitar o alcance dos objetivos do empreendimento. Assim, serão promovidos processos de tomada de decisão integrados, com todos os profissionais e ativos operacionais sendo vistos em conjunto.

Investimentos e políticas serão planejados para gerar o máximo de benefício para a empresa. Tarefas serão distribuídas com mais eficácia e, junto a isso, os times trabalharão juntos em um ambiente com mais colaboração. Assim, todas as atividades serão vistas de acordo com a geração de receitas a longo prazo, com melhorias contínuas no ambiente interno de negócios.

Os gestores passarão a buscar soluções com alto custo-benefício e não apenas ferramentas que necessitem de um baixo investimento financeiro para serem implementadas. Isso deverá ocorrer pois, em vários casos, as opções de menor custo possuem um risco maior, o que pode expor a empresa a prejuízos de longo prazo. Diante disso, investimentos serão avaliados de acordo com métricas quantitativas, mensuração de custos e benefícios gerais.

Ao alinhar os objetivos da TI com as metas do negócio, o arquiteto de TI promoverá uma série de mudanças nas rotinas de trabalho. A gestão de custos será feita procurando a criação de vantagens competitivas para o empreendimento. As rotinas de governança incluirão indicadores para avaliar a qualidade, responsividade e disponibilidade de sistemas e técnicos de suporte.

A forma de trabalho de algumas equipes pode ser alterada, realinhando a distribuição de tarefas e de projetos em desenvolvimento. Além da reversão de prioridades, será promovida a integração entre profissionais, tornando processos mais fluidos. No longo prazo, toda a empresa atuará por meio de processos mais colaborativos, aumentando a eficácia dos serviços do empreendimento e, consequentemente, as receitas do negócio.

E você, o que acha da arquitetura corporativa? Qual a sua opinião sobre o papel do arquiteto de TI e do DevOps na otimização da gestão de processos? Deixe o seu comentário!

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