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Quais são os modelos de nuvem e quais são suas diferenças?

É comum, atualmente, falarmos acerca de cloud computing e suas vantagens, porém, essa tecnologia é um pouco mais complexa do que parece e são várias as opções na hora de montar uma infraestrutura. Você conhece quais são os modelos de nuvem disponíveis?

A depender do seu modelo de negócio e possíveis demandas, pode ser que um tipo de nuvem seja interessante para você enquanto outro não. É preciso saber escolher entre os modelos disponíveis para garantir o sucesso de uma implantação e o retorno do investimento.

O objetivo deste post é justamente mostrar algumas informações relevantes acerca dos modelos de nuvem existentes no mercado, suas diferenças e principais aplicações para ajudar você a escolher a melhor configuração para a sua empresa. Boa leitura!

A utilização da nuvem pelas empresas brasileiras

A visão sobre a computação em nuvem mudou muito nos últimos anos. De algo visto com desconfiança por boa parte dos gestores, passou para uma espécie de salvadora da pátria devido aos seus grandes benefícios e adoção pelas corporações internacionais.

Durante esse período, os investimentos em nuvem aumentaram exponencialmente, sendo que todas as empresas estavam em busca dos benefícios que o cloud computing podia trazer, como redução de custos, simplificação de processos, flexibilidade, entre outros.

O Brasil tem um papel de liderança na América Latina, segundo um estudo divulgado anualmente pelo IDC. De acordo com a pesquisa, o gasto com implantação e manutenção de computação em nuvem em nosso país aumentou cerca de 38%, no ano de 2019.

Mesmo que a economia esteja em recuperação, esse crescimento de investimentos só demonstra que os gestores entenderam a importância da nuvem em uma estratégia de negócios e como suas vantagens podem ser importantes na melhoria dos resultados das empresas.

Os principais modelos de nuvem

Mesmo que você já conheça a importância de uma estratégia de cloud computing, pode ser que ainda esteja perdido com relação aos modelos existentes atualmente. Afinal, conforme a tecnologia avança, diferentes formas de aplicação surgem. Separamos cada uma delas para você.

Nuvem pública

O primeiro modelo a ser popularizado e o mais comum de se encontrar em qualquer empresa no mercado é a nuvem pública. No geral, as organizações costumam utilizar essa solução em conjunto com o chamado SaaS, o software como serviço.

Aqui, os recursos são ofertados de modo virtual, no servidor de um fornecedor, sendo que é possível acessá-los através de um link de internet. A parte física fica na “nuvem”, um local físico e agrupado em algum lugar estratégico.

Assim, o fornecedor usa da internet para manter esses recursos acessíveis para os seus clientes, sendo que existem níveis de acesso e possibilidade de escalabilidade conforme a demanda. É o tipo mais barato de nuvem hoje, sendo que a empresa paga apenas pelo que usa.

Os principais benefícios desse tipo são:

  • escalabilidade ilimitada: aumenta conforme a demanda;
  • recursos sob demanda: é possível aumentar ou reduzir a infraestrutura a qualquer momento;
  • confiabilidade: devido à grande quantidade de servidores;
  • custos controláveis: paga-se apenas pelo que usa;
  • disponibilidade: é altamente confiável.

Nuvem privada

Diferentemente da anterior, na qual os recursos físicos são compartilhados, a nuvem privada é voltada para o atendimento das necessidades de um único negócio, sendo que pode ser implementada de forma interna ou ser disponibilizada por um fornecedor, assim como a pública.

Ela garante todas as vantagens que são apresentadas pela nuvem pública, com a diferença de que os recursos físicos utilizados para prover tais benefícios não são divididos, ou seja, existe um servidor dedicado apenas para a sua empresa.

O custo de uma solução como essa é um pouco mais caro, sendo bastante utilizada por empresas que possuem várias filiais e querem facilitar o acesso a seus sistemas, mas não gostariam de apostar em uma nuvem pública.

Seus principais benefícios são:

  • maior confiabilidade: impedimento de acesso de pessoas não autorizadas;
  • controle total dos recursos: pode-se realizar as configurações gerais do servidor;
  • possibilidade de usar recursos legados: aplicação de sistemas antigos conforme a necessidade;
  • segurança: controle acerca das funções de proteção;
  • atendimento à cultura: total possibilidade de customização.

Híbrida

A nuvem híbrida é uma mesclagem entre os dois modelos mostrados, visando extrair o que há de melhor entre cada um deles e poder desempenhar várias funções dentro de uma mesma organização.

Enquanto, nuvens públicas são mais escaláveis que as privadas, estas são muito mais recomendáveis para o armazenamento de dados sensíveis. Logo, a nuvem híbrida foi criada para maximizar cada uma dessas qualidades.

Isso é possível com a utilização em conjunto dos dois modelos, com uma integração que permite a troca de informação entre ambos os servidores.

Os benefícios da nuvem híbrida são:

  • flexibilidade e escalabilidade: garante a possibilidade de aumentar os recursos rapidamente;
  • controle de custos: permite verificar os gastos realizados;
  • controles técnicos: concede a possibilidade de customização.

As principais recomendações

Agora que você já conhece os modelos de nuvem disponíveis, pode ser que outra dúvida tenha surgido. Afinal, em qual tipo de situação aplicar cada um deles? Isso depende muito da demanda de sua empresa, mas existem algumas recomendações.

Uma nuvem pública é ideal para pequenas empresas que ainda estão começando ou que não contem com infraestrutura tecnológica própria, permitindo o crescimento sem a necessidade de grandes investimentos em TI. Também é indicada para quando se tem pressa, já que o acesso aos recursos se dá de forma muito rápida.

Já uma nuvem privada é indicada para organizações que lidam com vários dados sensíveis todos os dias, por exemplo, transações financeiras. Em geral, empresas como essas demandam um controle muito maior e mais rígido.

Quando falamos em nuvem híbrida, geralmente, lidamos com empresas que já possuem uma boa infraestrutura interna, querendo aproveitar esse modelo e integrá-lo a uma nuvem pública, obtendo, assim, todos os benefícios de ambos os tipos de cloud.

Agora que você já conhece os modelos de nuvem e as aplicações de cada um, basta escolher qual dos tipos melhor se encaixa às demandas internas de sua organização e aplicar o cloud computing em busca de seus benefícios.

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