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NoOps: qual o futuro da gestão autônoma da operação em TI?

NoOps: qual o futuro da gestão autônoma da operação em TI?

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Para muitos líderes, a gestão autônoma da operação em TI (Tecnologia da Informação) ainda parece uma realidade distante. Uma coisa, no entanto, é certa: ainda que não seja unânime, o NoOps é uma tendência com forte intenção de aderência nas empresas modernas — principalmente entre as mais competitivas.

Para discutir as possibilidades de aplicação da estratégia, que pressupõe automatização e adoção de sistemas em nuvem, é preciso mergulhar no conceito e se apropriar dele de forma transparente e efetiva. As chances de encontrar vantagens preciosas para seu negócio são, de fato, bastante significativas!

Neste post, você entenderá um pouco mais sobre o tema. Primeiro, apontaremos as principais diferenças entre DevOps, que costuma ser o padrão da TI atual, e NoOps. Em seguida, evidenciaremos os benefícios da segunda abordagem, mais enxuta e produtiva

Por fim, ressaltaremos as perspectivas em relação ao futuro da gestão autônoma da operação de TI.

Preparado? Boa leitura e bons insights!

Quais são as diferenças entre DevOps e NoOps?

O DevOps já é bastante conhecido entre os profissionais de TI. O termo descreve, na prática, um conjunto de processos desenhados de forma a integrar as equipes de desenvolvimento, operações e apoio (analistas de qualidade, por exemplo). 

Nesse contexto, os times trabalham juntos em cada fase da criação das aplicações. A prioridade do DevOps é a implantação contínua de aplicativos e softwares — uma postura, de fato, indispensável à competitividade do mercado atual.

Quando se fala em NoOps, porém, o padrão é claro: desenvolvimento e operações não precisam interagir. Segundo a Forrester, NoOps é definido pelo intuito de automatizar a implantação, o monitoramento e o gerenciamento de aplicativos e de infraestrutura.

Desde 2013, quando o termo foi criado, o método é apontado como o substituto lógico do DevOps, uma vez que a transição denota a maturidade que o método convencional deseja alcançar.

Além disso, vale ressaltar que o modelo NoOps admite, também, o uso de técnicas de integração contínua, possibilitando que os desenvolvedores se concentrem somente na construção do software.

Para comparar as duas abordagens, vale analisar um caso específico. Pense, por exemplo, nos serviços em nuvem: devido à escalabilidade das soluções de cloud, é preciso definir alguns procedimentos DevOps, exigindo esforço de analistas disponíveis, certo?

A resposta é: em partes. Na abordagem NoOps, no lugar de manter um profissional atuando manualmente nas esferas escaláveis da nuvem, pode-se apelar para um arquivo no código já desenvolvido. Dessa forma, por meio de soluções aderentes, a aplicação é produzida de modo automático, otimizando tempo — de comunicação com infraestrutura, por exemplo — e outros recursos.

Não seria equivocado dizer, portanto, que o NoOps desponta como uma alternativa mais rápida ao DevOps, agregando inovações importantes ao processo de implantação.

Quais são os principais benefícios da abordagem NoOps?

O modelo NoOps traz uma série de vantagens operacionais e estratégicas. É justamente por isso que os líderes empresariais, principalmente aqueles ligados às rotinas de TI, têm voltado os olhos às possibilidades de uma gestão autônoma em TI, dispensando interlocuções com outros setores complementares — tais como operações, é claro.

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Confira, agora, alguns dos principais benefícios envolvidos na adoção da abordagem NoOps!

Redução de funções operacionais

Com a adoção massiva de serviços cloud, eliminando a necessidade de zelar pela manutenção da infraestrutura, é comum que as funções operacionais internas sejam reduzidas. 

Com isso, é possível formatar uma equipe mais enxuta, focada e qualificada para o desenvolvimento de softwares e aplicações, fortalecendo o core business da empresa.

E mais: ainda que algumas atividades específicas e primordiais, como o debugging, permaneçam sob o guarda-chuva da empresa, a terceirização de plataformas descomplica e acelera as entregas.

Escalabilidade infinita e alta disponibilidade 

Serviços em nuvem já nascem com uma promessa valiosa aos gestores modernos: são facilmente escaláveis. Esse atributo permite que haja total flexibilidade na infraestrutura gerenciada, abrindo opções para utilizar aplicações e dados sob demanda, segundo a necessidade da operação. 

Além do potencial de escalabilidade, há, ainda, a alta disponibilidade. A cloud computing cria redundância nas camadas operacionais e elimina pontos de falha, assegurando a continuidade do serviço de forma ininterrupta, 24 horas por dia e 7 dias por semana. Internamente, não haverá qualquer desvio ou problema no desenvolvimento de aplicações.

Qual será o futuro da gestão autônoma de TI?

A inovação é, sem dúvidas, um dos principais combustíveis da TI. O NoOps surgiu com a missão disruptiva de automatizar operações e, ainda em 2013, grandes empresas optaram pela adoção do método.

O arquiteto de cloud da Netflix, por exemplo, afirmou que havia, na empresa, equipes de desenvolvimento dissociadas de respectivos times de operações. “A Netflix adota NoOps… Todas as mudanças em ambiente de produção são feitas pelos desenvolvedores que escreveram o código”, pontuou Adrien Cockcroft, à época.

A penetração desse modelo não quer dizer, entretanto, que os desenvolvedores da atualidade não precisam mais interagir com profissionais de Ops, restringindo-se à manutenção dos códigos ativos e à implantação das versões. 

Ainda que seja possível automatizar as atividades de criação e administração de infraestrutura, suprimindo a necessidade de trocar informações com times diversos, ainda não há total consenso total sobre a melhor maneira de tornar esse cenário não apenas possível, mas, também, mais produtivo e rentável.

Com isso, não seria um equívoco concluir que NoOps e DevOps podem conviver em harmonia, alcançando resultados expressivos por meio de um trabalho conjunto. 

O NoOps, enquanto produto do DevOps, deve ser compreendido como uma melhoria que deriva dos princípios e da cultura de seu predecessor. Ou seja: ao mesmo tempo em que há inegável evolução, também existe certa interdependência. 

Para fazer frente a um mercado cada vez mais competitivo, a gestão autônoma de TI deve passar por mudanças significativas, incorporando as melhores práticas de tecnologia. Diante disso, é natural que o NoOps ganhe espaço, representando uma oportunidade vantajosa de acelerar entregas mais consistentes, robustas e ágeis — da construção ao aprimoramento.

O conteúdo foi útil e motivou você a repensar o futuro da sua gestão de TI? Ótimo! Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudá-lo a tirar seus planos do papel. Sucesso e até breve!

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