Como você controla todas as versões dos softwares que são desenvolvidos pela sua equipe? Sabe qual a ferramenta mais adequada de acordo com as suas necessidades?

Entender as características das principais ferramentas de controle de versão de software é essencial para fazer uma escolha acertada na sua área. Portanto, leia este artigo e descubra as 5 principais delas!

Afinal, o que é e qual a importância do controle de versão de software?

Durante um projeto na área de TI, há a criação de várias versões de um mesmo sistema, assim como de diversos desenvolvedores atuando em uma mesma tarefa. E ainda, mesmo após a conclusão, podem acontecer atualizações, soluções de erros e criação de novas versões.

Tudo isso precisa ser registrado e controlado de forma a garantir que todos os membros do time entendam o status de andamento do projeto. Esse processo também evita a perda de dados e facilita a gestão de TI da empresa, contribuindo inclusive para a implementação do DevOps na empresa.

É exatamente essa a função de uma ferramenta de controle de versão de software. Ela é implementada para registrar toda a evolução do projeto, facilitando o controle do status e andamento das atividades. Também serve para manter arquivadas as alterações realizadas no código, mas que ainda são essenciais para o trabalho em equipe na TI.

Porém, existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas com essa finalidade. Para descobrir qual é a melhor de acordo com as necessidades e demandas da sua empresa é importante conhecer cada um delas, assim como as vantagens e desvantagens apresentadas.

Quais são as 5 melhores ferramentas de controle de versão de software?

Entenda agora 5 das melhores ferramentas de controle de versão de software que você pode utilizar na sua empresa!

1. CVS

A CVS é uma das ferramentas de controle de software mais antigas no mercado. A primeira versão dela foi desenvolvida em 1968. Essa ferramenta possui como maior desvantagem o fato de ser considerada como uma tecnologia antiga. Porém, ainda é bastante utilizada por equipes de desenvolvedores.

É muito simples de ser operada. Isso significa que a sua equipe pode aprender rapidamente como usar todas as funcionalidades da CVS com eficiência.

2. Subversion

No meio corporativo, o Subversion é uma ferramenta de controle de versão de software bastante utilizada. Ela é bastante rápida na execução das funcionalidades do sistema e ainda se mostra como uma das mais simples de ser empregada. Isso significa que com um conhecimento básico de conceitos relacionados ao controle de versão de software é possível executar comandos na ferramenta. A aprendizagem da equipe também é rápida nesse aspecto.

Um dos problemas do Subversion são as críticas relacionadas à eficácia do software. No passado, essa ferramenta apresentou problemas na hora de executar as principais funções de um controle de versão de software eficiente. Porém, as últimas versões lançadas parecem ter solucionado tudo que foi apontado como desvantagem do programa.

Por fim, o Subversion é uma ferramenta de controle de versão centralizada. Isso significa que não é indicada para todas as equipes de TI, apenas para aquelas que são menores (com apenas algumas dezenas de desenvolvedores) e estão reunidas em um mesmo espaço físico.

3. TFS

O TFS — sigla para Team Foundation Server — é uma outra ferramenta de controle de versão de software que pode ser utilizada na sua empresa. Ele traz uma série de características interessantes, principalmente se você utiliza metodologias agile no setor de TI da sua empresa.

Isso porque ele possibilita a gestão de projetos por meio de SCRUM ou CMMI. Também permite a utilização de forma centralizada ou distribuída, sendo adequado tanto para equipes que compartilham o mesmo espaço físico quanto aquelas que trabalham à distância. Outra vantagem apresentada por esse sistema é o fato de não possuir limitações de crescimento e ter integração direta com o Microsoft Office.

4. GIT

O GIT é uma das ferramentas de controle de versão de software mais populares, principalmente em projetos open source. Isso se deve, principalmente, pela popularidade do GitHub, uma plataforma para hospedagem de códigos. Apesar de ela poder ser utilizada em outras ferramentas, o GIT é a que ganhou mais repercussão nesse aspecto.

As principais vantagens dessa ferramenta são o design interno e interface, a eficácia e o desempenho do software. Isso significa que ele é agradável de ser utilizado, consegue atingir todos os objetivos de um bom controle de software e é rápido. Porém, apresenta desvantagens relacionadas à simplicidade de utilização. Apesar de ser a principal ferramenta de controle de versão de software disponível no mercado, possui controles um pouco mais complexos quanto comparado a outros softwares.

Isso significa que os colaboradores precisam entender uma série de conceitos mais profundos, relacionados ao controle de versão de software, para utilizar essa ferramenta corretamente. Apesar disso, é uma ferramenta de controle de versão distribuída, o que significa que é adequado para a utilização em grandes equipes, nas quais os desenvolvedores não estão localizados geograficamente no mesmo local.

5. Mercurial

O Mercurial é a ferramenta de controle de versão de software utilizada por grandes empresas como o Facebook e Google. Ela é bastante eficiente, o que significa que consegue desempenhar bem as funções básicas de um bom controle de software.

O Mercurial é uma ferramenta bastante rápida na execução dos comandos e ainda funciona muito bem para equipes grandes, nas quais os desenvolvedores não estão todos trabalhando no mesmo local. Isso porque ela é uma ferramenta de controle de versão distribuída.

Essa ferramenta não apresenta muitas desvantagens apontadas por críticos. Ela é um pouco mais complexa de ser utilizada em comparação com a Subversion, por exemplo. Porém, ainda é de aprendizagem fácil e rápida pelas equipes de desenvolvedores e possui medidas de segurança para impedir erros.

Agora você sabe quais são as principais características de 5 das melhores ferramentas de controle de versão de software. A partir disso, é importante que você entenda também quais são as principais necessidades e demandas da sua empresa. Ao cruzar esses dois dados, é possível identificar qual a melhor ferramenta de acordo com a realidade do seu time de TI.

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