A popularização da estratégia DevOps representou uma verdadeira revolução para as empresas que trabalham com a área de TI. Novas formas de realizar processos internos, principalmente nas relações entre desenvolvimento e operação, possibilitam uma maior produtividade, conseguindo um crescimento sustentável da organização.

Porém, ainda há uma certa dificuldade de compreensão sobre o que é o DevOps e sua importância para as empresas de TI, e é esse tema que abordaremos neste artigo.

Nele você conferirá um guia completo sobre o assunto, começando por saber o que é, essencialmente, a estratégia DevOps e suas principais etapas. Depois, você conferirá as vantagens da implementação dela no ambiente organizacional, identificando os diversos ganhos que ela pode trazer, de forma direta e indireta.

Você também identificará quais são as diferenças entre essa estratégia e cloud computing, bem como de qual forma a ação conjunta desses dois pode potencializar os resultados. Por fim, saberá quais são os principais mitos que rodeiam esse tema e que podem impedir você de investir nessa melhoria.

Assim, no final deste guia completo, você estará plenamente apto não só a tomar uma decisão consciente se deve investir em DevOps, mas também saberá como realizar o processo de forma eficiente, conseguindo uma melhor adaptação no processo.

Continue conosco até o fim para se informar e tirar as suas principais dúvidas sobre o tema. Boa leitura!

O que é o DevOps?

Antes de qualquer coisa, é essencial compreender o conceito de DevOps. Ele diz respeito à adequação de processos de desenvolvimento (Dev) e operação (Ops), com o objetivo de estimular o progresso contínuo no seu negócio na área de TI. Isso é importante para conseguir uma maior integração entre os recursos necessários para a elaboração das soluções, reduz o tempo de resposta e, assim, consegue-se uma maior eficácia e eficiência nos processos internos. Normalmente está atrelada às metodologias ágeis, atuando como um recurso complementar.

O conceito surgiu no ano de 2008, quando o administrador de sistemas Patrick Debois começou uma discussão sobre a possibilidade de solucionar os conflitos constantes entre as áreas de desenvolvimento e operações de TI. Com isso, começou-se uma verdadeira transformação DevOps. Isso porque as questões como estimativa errada de entrega de projetos, bugs e gaps nas soluções passaram a ser solucionadas por meio dessa adequação.

Na prática, o DevOps é uma estratégia que deve ser aplicada de modo contínuo e funciona da seguinte forma, seguindo essas etapas:

  • plan (planejar);
  • code (codificar);
  • build (construir);
  • test (testar);
  • release (entrega);
  • deploy (implantação);
  • operate (operar);
  • monitor (monitorar).

Também podemos acrescentar que uma estratégia DevOps auxilia, principalmente, no aperfeiçoamento constante dos softwares desenvolvidos. Toda solução apresenta atualizações contínuas, a fim de reduzir falhas, bugs e problemas que possam comprometer o uso otimizado do software criado, bem como oferecendo novas funcionalidades para o usuário final.

Essas atualizações podem ser efetuadas com eficiência, em uma proposta de melhoria contínua a ser oferecida para seu cliente final. Funciona, assim, como uma vantagem competitiva, principalmente quando comparamos com as empresas que ainda utilizam os modelos e metodologias tradicionais. O DevOps consegue ser uma forma interessante, também, de expandir os métodos ágeis, conseguindo entregas cada vez mais otimizadas e uma maior aproximação com o usuário, oferecendo mais valor para o cliente.

Com isso, situações como as que os especialistas em áreas de infraestrutura, banco de dados e servidores ficam alheios dos processos de desenvolvimento do projeto, gerando conflitos nas concepções do projeto e formas de trabalhar param de acontecer. O resultado, normalmente, tende a ser desastroso, gerando necessidade de revisões constantes, reuniões de alinhamento e intermediação dos gestores para diminuir ruídos.

Com a integração promovida pela estratégia DevOps, todos fazem parte de praticamente todas as etapas do processo — ou, pelo menos, estão conscientes de todas elas e da sua participação em cada uma das fases —, melhorando as rotinas e conseguindo resultados de qualidade em tempo recorde, diminuindo o ciclo de desenvolvimento. Assim, DevOps e metodologias Agile formam um casamento perfeito, conseguindo potencializar resultados em sua empresa, bem como otimizar cada uma delas de forma conjunta, oferecendo o que há de melhor em ambas.

Quais as vantagens do DevOps?

Entretanto, por que aplicar o DevOps? É importante ter consciência das principais vantagens que ele traz para sua organização, a fim de garantir melhores resultados cotidianamente e benefícios surpreendentes para a sua empresa. Confira as principais delas logo abaixo.

Redução de custos

Uma das principais vantagens do uso de DevOps em sua organização é a possibilidade de redução de custos consideráveis no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar, isso ocorre por um melhor feedback entre os times. Isso garante maior eficiência, menor necessidade de ajustes derivados de erros e falhas de comunicação.

Sendo assim, há uma agilidade no processo de entrega, melhorando não só a qualidade do trabalho final, mas também na redução dos prazos para o cliente final. Isso acontece graças ao alinhamento de DevOps com a metodologia ágil e automatização de entrega e, também, automatização de testes.

Isso é fundamental para que a redução de custos de fato realmente ocorra. Com a implementação dessa estratégia, junto da metodologia ágil e automação, permite-se um maior envolvimento das equipes multidisciplinares, com uma melhor comunicação entre si, realizando uma melhor integração entre os colaboradores em todas as etapas do desenvolvimento.

Assim, o desenvolvedor não fica apenas preso em sua função de codificar e testar, podendo auxiliar e participar diretamente de outras fases do processo.

Automação

Os benefícios da automação são diversos e, inclusive, estão diretamente relacionados com a redução de custos que citamos anteriormente. Porém, não é só a isso que se limita, já que seu propósito não é só esse.

A automação tem como premissa a manutenção do funcionamento do projeto. Em alguns casos, algumas ideias tornam-se inviáveis caso não ocorra um processo de automação eficiente. Isso porque a realização automática de algumas tarefas libera tempo e recursos para que os desenvolvedores possam realizar outras tarefas importantes para a formação da solução, bem como promover a possibilidade de serem realizadas melhorias importantes no ambiente interno da empresa.

Além disso, a automação é uma importante ferramenta para diminuir e, até mesmo, evitar erros que podem comprometer o projeto como um todo, bem como atrasar o prazo de entrega. Isso porque minimiza-se as chances de falhas humanas em alguns pontos do desenvolvimento e do teste. Também reduz o gasto energético das equipes, que passam manter um alto índice de motivação no dia a dia, se dedicando aos processos criativos e analíticos, evitando a desmotivação pela necessidade de realização de tarefas repetitivas.

Outro ponto importante acerca da vantagem da automação é a disponibilidade dos funcionários, que não estarão sobrecarregados diariamente. Assim, em caso de problemas, torna-se possível realizar uma rápida intervenção e evitar que os problemas se delonguem demasiadamente. Além disso, a implementação de medidas de automatização ocorre simultaneamente com a inserção de novas tecnologias, permitindo uma atualização dos procedimentos implementados dentro do ambiente organizacional.

Cultura da empresa atualizada

A estratégia DevOps faz com que a empresa tenha que se adequar a uma nova cultura organizacional, mais integrada, com maior comunicação entre os setores. Assim, não basta apenas introduzir as ferramentas técnicas necessárias para sua implementação, é preciso existir uma mudança comportamental em todos os colaboradores.

A vantagem é que, atualmente, o mercado trabalha de forma integrada. A divisão dos setores já não é mais produtiva em um ambiente tecnológico. É preciso que as áreas atuem de forma sinérgica e interligada. Até mesmo em setores tradicionais, como varejo, a integração entre vendas e marketing, por exemplo, é essencial para o sucesso da organização.

No setor de TI não é diferente. É necessário fazer com que seus colaboradores trabalhem como um time integrado, mesmo realizando demandas diferentes. Essa pode ser uma tarefa árdua, principalmente quando você está trabalhando com profissionais que foram formados em metodologias tradicionais na área de programação.

Por isso a adoção do DevOps é importante: ela é capaz de, por si só, auxiliar nessa mudança. A adaptação para o uso das ferramentas, bem como o treinamento dos colaboradores para esse novo modo de fazer conduz, quase que de forma natural, o processo de adequação a uma cultura organizacional mais moderna, integrada, colaborativa e, consequentemente, eficiente.

Com isso, os próprios colaboradores assumem uma posição de cooperação mútua, tornando o ambiente não só produtivo, mas também leve, amigável e agradável para todos os presentes.

Torna a empresa mais escalonável

Segundo pesquisa realizada pela empresa The Modern Software Factory Hub, as práticas de DevOps estão auxiliando no crescimento das empresas de tecnologia como um todo, e não apenas de forma quantitativa, mas também de forma qualitativa.

Assim, a empresa consegue ser mais escalável, principalmente quando há uma integração do DevOps com a nuvem (diminuindo a necessidade de aquisição de recursos, conseguindo um melhor custo-benefício no dia a dia de trabalho). Mesmo quando aplicada nos modelos tradicionais, ele é capaz de proporcionar uma infraestrutura viável para um desenvolvimento rápido e contínuo de soluções.

É uma revolução nos modos de exercer funções de TI

Um dos pontos que representa uma verdadeira revolução no uso de DevOps para a área de TI é o fato de que os processos se tornam verdadeiramente mais ágeis. Aproximadamente 63% dos gestores que adotaram DevOps em seus setores de TI conseguiram agilizar a entrega de demandas, conseguindo etapas até 30 vezes mais rápidas.

Além disso, a possibilidade de maior integração entre os setores responsáveis pelo desenvolvimento das soluções também gera soluções com melhor qualidade, já que os times trabalham de forma coesa, integrada e eficiente, com comunicação facilitada e com o processo de automação minimizando erros e falhas. Assim, vencendo-se os desafios da implementação de DevOps, é possível ter resultados realmente significativos e surpreendentes nas rotinas internas da sua empresa, conseguindo superar as expectativas dos clientes e consolidando um nome forte no mercado.

Também é possível colocar como vantagens do uso dessa estratégia no ambiente de TI:

  • entregas mais rápidas;
  • maior controle sobre o processo de desenvolvimento de soluções;
  • maior integração entre as equipes;
  • ambiente mais colaborativo;
  • maior facilidade na comunicação entre setores diferentes;
  • maior alinhamento sobre o projeto nas mais diferentes etapas do desenvolvimento;
  • maior facilidade no desenvolvimento;
  • produto final mais eficiente, com menos bugs e falhas que podem passar despercebidas no processo de teste, revisão e monitoramento;
  • crescimento do valor de mercado da empresa.

Quais as ferramentas mais usuais de DevOps?

Guia das Ferramentas DevOps

Cada fase do DevOps (Plan, Code, Built, Test, Release, Deploy, Operate) têm seus próprios recursos mais indicados, a fim de conseguir otimizar os resultados e implementar, de fato, uma estratégia dessa natureza em seu negócio. Assim, confira as ferramentas DevOps mais indicadas para cada uma das fases.

Plan

São as principais ferramentas dessa fase:

  • Trello: ferramenta prática, flexível e ajustável para gerenciamento ágil de projetos;
  • Jira: criação de tarefas de projetos, com um gerenciamento abrangente;
  • Asana: auxilia no gerenciamento de tarefas em equipe, com foco em gestão de projetos.

Code

São as principais ferramentas dessa fase:

  • Subversion: focado na área de TI, realiza o controle de versionamento e revisão do código fonte;
  • GIT: sistema que facilita a colaboração de criação e manutenção de código fonte.

Build

São as principais ferramentas desta fase:

  • Maven: permite a automatização de compilação de código fonte, podendo ser usada em várias linguagens;
  • DBMaestro: automatiza as entradas de versões de banco de dados com maior confiança, já que as atualizações são confirmadas e auditadas pela ferramenta.

Test

São as principais ferramentas desta fase:

  • JUnit: ferramenta facilitadora de testes, com apresentação de resultado, feita para programação Java;
  • NUnit: ferramenta de construção de testes de forma automatizada, com atuação na plataforma Microsoft.NET.

Release

São as principais ferramentas desta fase:

  • DockerHub: gerencia versionamento de artefatos do Docker;
  • Nexus: proporciona um repositório de versionamento para qualquer artefato criado ou utilizado em um projeto específico;
  • Python Package Index: repositório de artefatos da linguagem Python.

Deploy

São as principais ferramentas dessa fase:

  • Puppet: responsável pelo gerenciamento de configurações, garantindo que sejam feitas igualmente em todas as máquinas do ambiente;
  • Chef: realiza o processo de instalação e configuração de ferramentas necessárias para o uso do ambiente.

Operate

São as principais ferramentas dessa fase:

  • Amazon AWS: disponibiliza servidores virtuais para execução das aplicações;
  • Azure: similar ao Amazon AWS, porém, fornecido pela Microsoft, oferecendo algumas soluções próprias.

Monitor

  • Splunk: ferramenta analítica de logs;
  • Zabbix: monitora Sistemas Operacionais, Switches e Storages, com agilidade e praticidade;
  • Appydynamics: realiza o monitoramento de máquinas virtuais que operem na linguagem Java.

As empresas podem contar, também, com ferramentas que auxiliam em uma cultura DevOps e que gerenciam todas as etapas que citamos anteriormente, tal como Cerberon. Ele é um dos instrumentos de automação mais importantes do DevOps, auxiliando na realização de uma série de tarefas, bem como otimizando-os, reduzindo os recursos necessários para a realização das funções.

O Cerberon pode ser uma espécie de orquestrador das atividades nessa metodologia, simplificando as etapas que citamos anteriormente e conseguir atender a requisitos mais específicos da metodologia, com maior dinamismo, oferecendo resultados com maior excelência do que o uso de ferramentas separadas, como as que citamos acima.

O Guia do Versionamento e Integração Contínua em TI

Quais as diferenças entre DevOps e cloud computing?

O DevOps representa uma mudança além do cloud computing. Assim, é importante compreender quais as diferenças entre eles e como um está relacionado com o outro. É importante ressaltar o quanto o cloud revolucionou o próprio funcionamento da Tecnologia da Informação em si. Muitas empresas, atualmente, optam por aplicar o DevOps na nuvem, como uma forma de tornar os processos mais rápidos, práticos e econômicos. Porém, não se deve confundir esses dois termos.

Cloud computing diz respeito ao modelo de computação no qual trabalha-se com ambientes virtuais. Pode-se utilizar memória e recursos de servidores hospedados em datacenters e que são interligados por meio da internet, o que gera redução de custos com recursos e infraestrutura, passando a ser competência da empresa fornecedora do serviço.

Já DevOps, como falamos, é uma estratégia utilizada pelas empresas para potencializar a entrega de soluções, com maior segurança, agilidade e precisão. Assim, DevOps e cloud podem ser utilizados, de forma conjunta, para maximizar resultados a longo prazo.

O ambiente virtual oferece uma série de possibilidades para os responsáveis do setor de TI, tais como infraestruturas facilitadas, plataformas robustas e softwares que podem ser utilizados de acordo com a demanda da empresa. Assim, o desenvolvimento de software pode ser realizado de forma segura, com recursos maiores, sem a necessidade de investimentos altos na aquisição de hardwares.

Algumas vantagens da implementação do DevOps as a Service (ou seja, a implementação dessa estratégia em conjunto com a cloud computing) são:

  • entrega contínua;
  • menos erros e melhor qualidade no ato da entrega das soluções;
  • diminuição da complexidade na gestão de TI;
  • maior produtividade dos times internos.

Porém, o uso de cloud computing no DevOps também gera responsabilidades maiores. Não são apenas os legados de aplicações cliente-servidor que passam a exigir cuidados — agora os colaboradores passam a ter de se preocupar com nuvens públicas, privadas ou híbridas, além das arquiteturas tradicionais.

Caso esteja começando e esse processo de transição para a nuvem seja delicado, pode-se contratar uma consultoria especializada que realize o procedimento para sua organização, bem como utilizar continuamente as ferramentas que citamos anteriormente. Também pode ser importante realizar um curso de DevOps, para entender melhor como funcionam essas rotinas.

Quais são os principais mitos que você precisa entender sobre essa solução?

Como toda inovação, ela vem repleta de mitos em seu entorno, muitas vezes criadas por quem não conhece adequadamente o tema ou por aqueles que, por algum tipo de receio com as mudanças, sejam mais tradicionalistas e evitem implementar esse tipo de estratégia em seus negócios. Por isso, é importante saber o que é mito e desmistificar essas questões imediatamente. Confira os 5 principais erros popularizados sobre DevOps.

Não é para sistemas grandes e complexos

Engana-se quem acha que a DevOps pode ser aplicada somente em empresas pequenas ou iniciantes, de forma que não pode ser inserida em sistemas grandes e complexos. Na verdade, são justamente esses últimos que necessitam arduamente dessa estratégia em seu negócio.

Afinal, quanto mais complexos são os processos internos, mais eles demandam necessidade de melhorar a comunicação entre os departamentos e a gestão e coordenação entre eles.

É somente sobre comunicação entre as áreas do TI

Esse mito simplifica demais o alcance do DevOps. Afinal, não se trata apenas de um alinhamento e aproximação entre desenvolvimento e operações. Diz respeito a todo um processo de otimização e automação de rotinas internas e monitoramento constante, promovendo a melhora e entrega contínua em seu negócio.

Assim, é uma forma de garantir alto desempenho, cumprimento de prazos, alinhamento de escopo e redução de custos nos processos cotidianos. O resultado é alta qualidade na entrega para o cliente, superando suas expectativas.

Não é para desenvolvimento terceirizado

O DevOps é facilitado quando é aplicado apenas para execuções de times próximos, mas isso não significa que não ocorra ganhos bastante significativos com seu uso com equipes remotas ou terceirizadas. Exatamente o DevOps as a Service, junto das ferramentas de gestão de projetos, permite que esse tipo de prática ocorra sem prejudicar a entrega de resultados para o cliente final.

DevOps só pode ser aplicado com cloud computing

Isso não é verdade. É claro que é uma facilitação, já que a cloud computing oferece uma série de recursos importantes para os desenvolvedores, a fim de conseguirem resultados otimizados com pouco investimento em infraestrutura. Isso garante um local de testes automatizado, rápido e eficiente, principalmente com uso de metodologias ágeis no dia a dia empresarial.

Porém, isso não significa que você tenha que aplicar o DevOps as a Service. Caso não veja benefícios para isso, pode ser uma solução aplicá-la nos modelos tradicionais. Porém, precisamos alertar que há uma tendência que os resultados sejam apenas satisfatórios, já que não há o aproveitamento das potencialidades que a nuvem traz para o negócio.

DevOps só diz respeito a desenvolvimento e operações

Já falamos sobre isso, mas é importante ressaltar: DevOps não diz respeito apenas a desenvolvimento e operações, diferentemente do que possa pensar, principalmente devido ao nome da estratégia. Ele pode — e deve — ser aplicado em todo o time, já que todos estão relacionados com a entrega de software, incluindo os fornecedores, parceiros, setor de vendas, comercial, entre outros.

O DevOps é uma realidade transformadora para as empresas que trabalham diretamente com desenvolvimento de software e que necessitam otimizar suas rotinas para atenderem às expectativas do cliente e conseguirem gerar um maior diferencial competitivo no mercado.

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